quinta-feira, 24 de setembro de 2009

mais uma primaveraaaaaaaaaaaaaaaaa



Yo si creo en las hadas


Érase una vez...
Una niña que creía;
En los cuentos de hadas;
Que su mamá le contaba.

Creía en el amor...
Tenia la esperanza;
Que algún día lograría;
Hacer sus sueños, realidad.

Yo sí creo en las hadas...
Las hadas, bellas hadas...
Quiero flotar con sus alas.
Pediré a su varita mágica;
Que me conceda un deseo.
Cierro mis ojos y veo;
Que todo puede hacerse realidad.

La niña creció...
Pero aún cree en las hadas;
Y abrazada a su almohada,
Ella sueña despierta.

Con su príncipe azul;
En su caballo blanco,
Piensa como seria;
Cuando lo encontraria...

Yo sí creo en las hadas...
Las hadas, bellas hadas...
Quiero flotar con sus alas.
Pediré a su varita mágica;
Que me conceda un deseo.
Cierro mis ojos y veo;
Que todo puede hacerse realidad.

Un tesoro encontrarás...
Con la lupa de la majia;
Verás estrellas ecendidas,
Que te van a iluminar.

És solo creer;
Que surgen en su vida,
Justo cuando necesitas.
Tu história un final feliz tendrás.

Yo sí creo en las hadas...
Flotar con sus alas.
Me conceda un deseo.
Cierro mis ojos y veo;
Que todo puede hacerse realidad.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Parabéns Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense


Quinze de setembro de 1903.
Quinze de setembro de 2009.
São 106 anos que separam o sonho utópico de alguns jovens porto-alegrenses da realidade vivida hoje em dia no século XXI.
Certamente nenhum daqueles 32 fundadores do Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense poderia imaginar a proporção que tomaria aquele célebre encontro no Salão Grau, restaurante de um hotel da rua 15 de Novembro, atual rua José Montaury.
O embrião tomou forma, a ideia nasceu e o Grêmio se transformou em um dos gigantes do futebol mundial.
Começou nos árduos terrenos do solo gaúcho. Se aventurou pelo território brasileiro até perceber que suas possibilidades eram infinitas.
Com essa filosofia, conquistou o Continente e o Planeta. Mostrou que é possível tornar-se imortal.
Esse é o Grêmio.
Uma história de sonho e realidade, de sangue, suor e lágrimas. De não conhecer a palavra “impossível” e de nos surpreender a cada dia quando achamos que não poderíamos mais ser surpreendidos.
Esse é o Grêmio.
O Grêmio de todos nós gremistas, espalhados pelos mais distantes rincões. O Grêmio que não cansamos de amar e que não cansamos de seguir, com muito orgulho.
Parabéns Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense.

Ps.: Onde quer que você esteja, demonstre todo esse seu orgulho.
Vista uma camiseta. Coloque uma bandeira na janela.Eu já estou comemorando, afinal de contas sou vizinha do aniversariante.
Celebre mais um aniversário do Imortal Tricolor.
106 anos de pura paixão!

domingo, 13 de setembro de 2009

Carta de uma mãe loira!‏

Meu querido filho Frederico

Escrevo estas poucas linhas que é para saber que estou viva.

Escrevo devagar porque sei que não gosta de ler depressa. Se receber esta carta, é porque chegou. Se ela não chegar, avisa-me que eu mando outra.

O teu pai leu no jornal que a maioria dos acidentes ocorre a 1 km de casa. Por isso, mudamo-nos pra mais longe.

Sobre o casaco que queria, o teu tio disse que seria muito caro mandar pelo correio por causa dos botões de ferro que pesam muito. Assim, arranquei os botões e coloquei-os no bolso. Quando chegar aí, pregue-os de novo.

No outro dia, houve uma explosão no botijão de gás aqui na cozinha. Teu pai e eu fomos atirados pelo ar e caímos fora de casa. Que emoção! Foi a primeira vez em muitos anos que o teu pai e eu saímos juntos.

Sobre o nosso cão, o Rexlino, anteontem foi atropelado e tiveram que lhe cortar o rabo, por isso toma cuidado quando atravessar a rua.

Tua irmã Laura vai ser mãe, mas ainda não sabemos se é menino ou menina. Portanto, não sei se vai ser tio ou tia.

Hoje, teu irmão Valclintone me deu muito trabalho. Fechou o carro e deixou as chaves lá dentro. Tive de ir em casa, pegar a reserva para a abrir. Por sorte, cheguei antes de começar a chuva, pois a capota estava arriada.

Se vir a Dona Rosinha, diz-lhe que mando lembranças. Se não a vir, não digas nada.

Um beijo,
Tua mãe Marcela
PS: Era para te mandar os 300 reais que me pediu, mas quando me lembrei já tinha fechado o envelope.


Fornecido por Éder Lírio Araújo.

Mulher bunda mole:

Belinha acordou às seis, arrumou as crianças, levou-as para o colégio e voltou para casa a tempo de dar um beijo burocrático em Artur, o marido, e de trocarem cheques, afazeres e reclamações.

Fez um supermercado rápido, brigou com a empregada que manchou seu vestido de seda, saiu como sempre apressada, levou uma multa por estar dirigindo com o celular no ouvido e uma advertência por estacionar em lugar proibido, enquanto ia, por um minuto, ao caixa automático tirar dinheiro.

No caminho do trabalho batucava ansiedade no volante, num congestionamento monstro, e pensava quando teria tempo de fazer a unha e pintar o cabelo antes que se transformasse numa mulher grisalha.

Chegando ao escritório, foi quase atropelada por uma gata escultural que, segundo soube, era a nova contratada da empresa para o cargo que ela, Belinha, fez de tudo para pegar, mas que, apesar do currículo excelente e de seus anos de experiência e dedicação, não conseguiu.

Pensou se abdomem definido contaria ponto, mas logo esqueceu a gata, porque no meio de uma reunião ligaram do colégio de Clarinha, sua filha mais nova, dizendo que ela estava com dor de ouvido e febre.

Tentou em vão achar o marido e, como não conseguiu, resolveu ela mesma ir até o colégio, depois do encontro com o novo cliente, que se revelou um chato, neurótico, desconfiado e com quem teria que lidar nos próximos meses.

Saiu esbaforida e encontrou seu carro com pneu furado.

Pensou em tudo que ainda ia ter que fazer antes de fechar os olhos e sonhar com um mundo melhor.

Abandonou a droga do carro avariado, pegou um táxi e as crianças.

Quando chegou em casa, descobriu que tinha deixado a porra da pasta com o relatório que precisava ler para o dia seguinte no escritório!

Telefonou para o celular do marido com a esperança que ele pudesse pegar os malditos papéis na empresa, mas a bosta continuava fora de área.

Conseguiu, depois de vários telefonemas, que um motoboy lhe trouxesse a porra dos documentos.

Tomou uma merda de banho, deu a droga do jantar para as crianças, fez a porcaria dos deveres com os dispersos e botou os monstros para dormir.

Artur chegou puto de uma reunião em São Paulo, reclamando de tudo. Jantaram em silêncio.

Na cama ela leu metade do relatório e começou a cabecear de sono. Artur a acordou com tesão, a fim de jogo. Como aqueles momentos estavam cada vez mais raros no casamento deles, ela resolveu fazer um último esforço de reportagem e transar.

Deram uma meio rápida, meio mais ou menos, e, quando estava quase pegando no sono de novo, sentiu uma apalpadinha no seu traseiro com o seguinte comentário:

- Tá ficando com a bundinha mole, Belinha... deixa de preguiça e começa a se cuidar..

Belinha olhou para o abajur de metal e se imaginou martelando a cabeça de Artur até ver seus miolos espalhados pelo travesseiro!

Depois se viu pulando sobre o tórax dele até quebrar todas as costelas! Com um alicate de unha arrancou um a um todos os seus dentes depois deu-lhe um chute tão brutal no saco, que voou espermatozóide para todos os lados!

Em seguida usou a técnica que aprendeu num livro de auto-ajuda: como controlar as emoções negativas.

Respirou três vezes profundamente, mentalizando a cor azul, e ponderou. Não ia valer a pena, não estamos nos EUA, não conseguiria uma advogada feminista caríssima que fizesse sua defesa alegando que assassinou o marido cega de tensão pré-menstrual...

Resolveu agir com sabedoria.

No dia seguinte, não levou as crianças ao colégio, não fez um supermercado rápido, nem brigou com a empregada. Foi para uma academia e malhou duas horas.

De lá foi para o cabeleireiro pintar os cabelos de acaju e as unhas de vermelho. Ligou para o cliente novo insuportável e disse tudo que achava dele, da mulher dele e do projeto dele.

E aguardou os resultados da sua péssima conduta, fazendo uma massagem estética que jura eliminar, em dez sessões, a gordura localizada.

Enquanto se hospedava num spa, ouviu o marido desesperado tentar localiza-lá pelo celular e descobrir por que ela havia sumido.
Pacientemente não atendeu. E, como vingança é um prato que se come frio, mandou um recado lacônico para a caixa postal dele.

- A bunda ainda está mole. Só volto quando estiver dura.

Um beijo da preguiçosa...

(Extraído do livro: Este sexo é feminino /Patrícia Travassos).

PS: Quem tiver coragem, que envie ou imprima e mostre para o maior número de mulheres... E porque não também para maridos e amigos homens...


Fornecido por Lilian Urbano.

Imagine a cena...

O pirralho estava brincando pelo apartamento com um destes balõezinhos
de festa de aniversário.

Chutava prá cá, chutava prá lá, até que o balão acabou entrando no banheiro e foi cair justamente dentro da privada.

Ele chegou, espiou a bola molhada, ficou com nojo e deixou a danada ali mesmo.

Pouco tempo depois seu pai entrou para se 'desocupar' e nem notou a bola.

Ficou ali, lendo, enquanto fazia o serviço.

Ao terminar, olhou horrorizado para o vaso sanitário.

Suas fezes haviam coberto o balão e a impressão que se tinha era de um imenso, um absurdo, um gigantesco bolo fecal!

Sem acreditar naquilo, ligou dali mesmo, pelo celular, para o seu amigo que era médico:

- Geraldo, eu enchi a privada de bosta.
Nunca vi tanta merda assim na minha vida!

Tá quase passando do limite do vaso! Acho que eu devo estar com um algum problema sério!

- Que é isso, Anselmo, você está exagerando!

- Que exagerando, o quê, meu!!! Eu tô olhando pra esse 'merdel' todo agora!
É um absurdo! Eu devo estar doente!!!

- Bom, eu já tava indo pra casa e aproveito passo aí que é caminho!

O médico chega e vai direto ao encontro do amigo, que estava na porta do banheiro esperando.

- Olá, Anselmo, cadê o negócio que vo............. NOSSA MÃE DO CÉU!!! O QUE É ISSO???? O QUE FOI QUE VOCÊ COMEU, CRIATURA???

- Não falei?! Agora tá acreditando, né?!

- Nossa! Isso é inacreditável!

- E então, será que eu tenho algum problema sério?!

- Olha, o melhor é eu pegar uma amostra desse cocozão e mandar para análise!

O médico saca uma pequena espátula e um frasco esterilizado de sua maleta e quando espeta o 'bolo' para coletar uma amostra do material,
............ BUMMM!!!!!!!!!!!

A bexiga estoura e voa merda pra tudo que é lado!

Seguem-se instantes de absoluto silêncio.

Os dois, embosteados, se olham e, estupefato, o médico berra:

- Puuuuuuuuuuuuuuta que o pariiiiiiiiiiu!!!!

Eu achava que já tinha visto de tudo nesta vida, mas peido com casca, nunca!!!!


Fornecido do Fabiana Rodrigues>