sábado, 29 de setembro de 2007

Fofuxo

Mira, que tal. Pero tiene doña, ella es Noelia...


LINDOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO

Nem todas as loiras são burras...‏

Uma loura muito sensual entrou num cassino.
Trocou dez mil dólares por fichas e dirigiu-se à mesa da roleta.
Lá chegando, anunciou que apostaria todo o seu dinheiro e que acertaria os números em um único lance.
E, fitando os dois empregados responsáveis pela roleta acrescentou:
- Olha, espero que vocês não se importem, mas tenho mais sorte quando estou toda nua...
Dito isto, ela se despiu completamente, e depois colocou as fichas todas sobre a mesa.
Inteiramente abestalhado, o "croupier" acionou a roleta. Enquanto esta girava, a loura cantava:
- MÃEZINHA PRECISA DE ROUPAS NOVAS! MÃEZINHA PRECISA DE ROUPAS NOVAS!...
Assim que a roleta parou, ela começou a dar grandes pulos e a gritar:
- GANHEI!!! GANHEI!!! QUE MARAVIIIIILHAAA!!! GANHEEEI!!!
Ela então abraçou e beijou cada um dos croupiers.
Em seguida debruçou-se sobre a mesa e recolheu todo o dinheiro e as fichas.
Vestiu-se rapidamente e se mandou.
Os croupiers se entreolharam boquiabertos.
Finalmente, um deles voltando a si, perguntou:
- Em que numero ela apostou, você viu?
- E o outro:
- Eu não... Pensei que VOCÊ estivesse olhando....
Moral: Nem toda a loira é burra, mas HOMEM É TUDO IGUAL!

Fornecido por Taís Raugust.

12 MANDAMENTOS DA MULHER

1. Mulher não mente e sim omite os fatos.
2. Mulher não fofoca e sim troca informações.
3.Mulher não trai, se vinga.
4. Mulher não fica bebada, entra em estado de alegria.
5.Mulher nunca xinga, apenas é sincera.
6.Mulher não grita, testa as cordas vocais.
7. Mulher nunca chora, lava as pupilas dos olhos com frequencia.
8. Mulher nunca olha pra homem sarado com segundas intenções, apenas verifica suas formas anatomicas.
9. Mulher sempre entende o que o homem diz, so pede que explique novamente para testar sua capacidade de raciocinio.
10.Mulher não sente preguiça, descansa sua beleza.
11.Mulher nunca sofre por amor e sim entra em contradições com seus sentimentos.
12.Mulher nunca engana os homens, apenas pratica o que aprendeu com eles

Vida de casada

O BANHO DAS MULHERES:

1. Tira a roupa e coloca no cesto de roupa suja, separando as roupas por tonalidade
das cores.
2. Vai para o banheiro de roupão.
3. Se cruza com o marido no caminho, cobre o corpo e sai correndo para o banheiro.
4. Para diante do espelho e analisa o corpo.
5. Força a barriga para fora para poder se queixar que está mais gorda do que realmente está.
6. De costas, empina a bunda para verificar a celulite.
7. Antes de entrar no box, organiza a toalha para o rosto, a toalha para os braços e
pernas, a das costas, a de entre os dedos dos pés, etc.
8. Lava o cabelo com xampu de abacate/mel com 83 vitaminas.
9. Enxágua longamente.
10. Repete o processo de lavar o cabelo com o xampu de 83 vitaminas.
11. Enxágua longamente de novo.
12. Enche o cabelo com condicionador de aveia e própolis com 71 vitaminas e deixa por 15 minutos.
13. Lava o rosto com sabonete de calêndula por 10 minutos até que o rosto fique vermelho.
14. Lava o resto do corpo com sabonete de alfazema e leite de cabra para o corpo.
15. Tira o condicionador do cabelo.
16. Este processo leva 10 minutos. Ela deve estar segura que todo o condicionador foi
retirado.
17. Depilação de axilas, pernas e virilha.
18. Desliga a ducha. Escorre toda a água dentro da ducha.
19. Sai da ducha e se seca com uma toalha do tamanho da África Meridional.
20. Enrola uma toalha super absorvente na cabeça.
21. Passa creme por todoo corpo para não deixar a pele ressecada.
22. Revisa mais uma vez o corpo em busca de detalhes.
23. Retorna ao quarto com o roupão e um preparado cremoso de rosa-mosqueta com erva-doce espalhado no rosto.
24. Se encontra o marido, se cobre mais ainda e corre para o quarto.
25. Uma hora e quarenta minutos depois, está vestida e pronta.

O BANHO DOS HOMENS:
1. Sentado na cama, vai tirando toda a roupa, arrotando, peidando e jogando tudo no piso em frente.
2. Cheira as meias e a cueca, para depois lançá-las sobre o montinho formado.
3. Vai pelado até o banheiro.
4. Se encontra a esposa no caminho, balança o pinto imitando um ventilador.
5. Para defronte ao espelho para ver o físico.
6. Encolhe a barriga.
7. Faz pose de halterofilista.
8. Checa o tamanho do pinto.
9. Por fim, coça o saco.
10. Entra na ducha.
11. Não se preocupa com toalhas. Se não tiver por ali uma de banho, vai se secar com
a de rosto mesmo.
12. Lava o rosto com qualquer coisa que faça espuma.
13. Se mata de rir com o eco que faz dentro do box quando peida.
15. No banho, deixa pentelhos no sabão.
16. Lava o cabelo com qualquer xampu.
17. Não usa condicionador.
18. Faz um penteado moicano coma espuma no cabelo.
19. Sai da ducha para ver no espelho como ficou seu penteado moicano.
20. Morre de rir.
21. Mija dentro do box.
22. Faz toda a vizinhança ouvir quando assoa o nariz dentro do box.
23. Tira o xampu e sai imediatamente da ducha.
24. Não se dá conta de que todo o banheiro está molhado pois, tomou banho com o box aberto.
25. Quase seco, para outra vez diante do espelho.
26. Contrai os músculos e revisa o tamanho do pinto.
27. Coça o saco.
28. Sai do banheiro e deixa a luz acesa.
29. Deixa pegadas molhadas com espuma de sabão.
30. Volta para o quarto.
31. Se encontra a esposa no caminho, volta a balançar o pinto, imitando ventilador.
32. Dá um tapa na bunda da esposa.
33. Chuta as roupas que estão no piso do quarto para um canto.
34. Quatro minutos depois está vestido, pronto e perguntando se a esposa ainda vai
demorar muito.


Fornecido por Tais Raugust.

domingo, 23 de setembro de 2007

Coisas de Português

AMOR OU INTERESSE ?
- Diga-me, Manoel, tua mulher faz sexo com você por amor ou por interesse?
- Olha, Joaquim, eu acho que é por amor...
- Como é que você sabe?
- Porque ela não demonstra nenhum interesse !!!
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MANOEL NA ZONA
Manuel chega na zona louco por um programinha e pergunta pra cafetina:
- Quanto está a custaire o coito com uma das meretrizes?
- Depende do tempo! diz a cafetina.
- Pois, baim... Suponhamos que chova...
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MANOEL NO RESTAURANTE
- O Manoel entra no restaurante e pergunta:
- Por favor, me dá uma bacalhoada!
Ao que o atendente pergunta:
- Já sei! O senhor é português?
- Como descobriste? Foi por causa do meu sotaque ou pelo fato de eu ter
pedido bacalhoada?
- Nem um nem outro... É que aqui é o Mc Donald's!!!
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MANOEL NO BRASIL
O Manoel estava voltando da viagem que fizera ao Brasil.
Chegando no aeroporto, seu amigo Joaquim o esperava.
- E aí Manoel, como foi de viagem?
- Muito bom...
- E o que tu mais gostaste no Brasil??
- Ah, das praias, da mulherada! É uma maravilha!!!!
- E do que tu não gostaste???
- Ah, das escadas rolantes... Tu acreditas que um dia eu estava subindo e
acabou a energia elétrica... Eu fiquei lá parado em pé por mais de 2 horas!!!
- Ê Manoel, mas tu és burro hein!!!! Por que tu não te sentaste???
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MANOEL E O LEPROSO
O Manoel foi preso numa cela em frente à de um leproso.
Dia após dia, ele observava o leproso cuidando de suas feridas.
Até que certa vez, caiu um dedo do leproso.
Este o pegou e o atirou pela janela.
Uma semana depois, caiu outro dedo e o leproso atirou-o pela janela.
Algum tempo depois, caiu uma orelha, o leproso atirou-a pela janela.
Uma semana depois, caiu o pé, o leproso atirou-o pela janela.
Aí, o Manoel não agüentou mais e pediu uma audiência com o Diretor.
- Olha, senhor diretor, eu não quero ser chamado de dedo duro, mas o gajo que está na cela em frente a minha está fugindo aos pouquinhos...
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MANOEL NO MOTEL
Manuel e Joaquim viajavam, quando anoiteceu. Chegaram num hotel e
pediram dois quartos:
- Tem apenas um e a cama é de casal!
Amigos de longa data, Manuel disse que não teria problema.
No meio da noite, ele percebe movimentos seqüenciais no lençol.
Incomodado, pergunta para Joaquim:
- O que estás a fazeire?
Estou a bateire uma punheta!
Mas este pinto é meu!
Raios! Então é por isso que eu não gozo!

Fornecido por Maria Isabel Mascarello de Barcellos.

POESIA DE POBRE!!!

Uma obra prima da poesia brasileira. Composta por uma aluna do Colégio Bom Conselho (Fortaleza-CE).

Pássaro de rico é canário,
pássaro de pobre é urubu,
rabo de rico é ânus,
e rabo de pobre é cú.
Moça rica é bacana,
moça pobre é xereta,
a periquita da rica é vagina,
a da pobre é buceta.
Rico correndo é atleta,
pobre correndo é ladrão,
ovo do rico é testículo,
e do pobre é culhão.
A esperança do rico vem,
a do pobre já se foi,
a filha do rico menstrua,
a do pobre
fica de boi.
O rico usa bengala,
O pobre usa muleta,
o rico se masturba,
o pobre bate punheta.
Mas a vida é assim mesmo,
seja no norte ou no sul,
o rico toma champanhe,
e o pobre toma no cú.


Fornecido por Tais Raugust.

COISAS QUE SE ATRAEM...

a..Mãos e seios.

b..Olhos e bunda.

c..Nariz e dedo.

d..Pobre e funk.

e..Mulher e vitrines.

f..Homem e cerveja.

g..Queijo e goiabada.

h..Chifre e dupla sertaneja.

i..Carro de bêbado e poste.

j..Tampa de caneta e orelha.

k..Moeda e carteira de pobre.

l..Tornozelo e pedal de bicicleta.

m..Jato de mijo e a tampa do vaso.

n..Leite fervendo e fogão limpinho.

o..Político e dinheiro público

p..Dedinho do pé e ponta de móveis.

q..Camisa branca e molho de tomate.

r.Tampa de creme dental e ralo de pia.

s..Café preto e a toalha branca da mesa.

t..Dezembro na Globo e Roberto Carlos.

u..Chave trancando a porta e telefone tocando.

v..Show do KLB e controle remoto (Para mudar de canal).

w..Chuva e carro trancado com a chave dentro.

x..Dor de barriga e falta de papel higiênico.

y..Bebedeira e mulher feia.

E por último:

z..Mau humor e...............................

segunda, terça, quarta, quinta e sexta!!! * * *rsrsrsrsrsrsrs



Fornecido por Tais Raugust.

Discutindo Relação

Carta da ex-mulher:

"Querido,
estou escrevendo esta carta para dizer que vou lhe deixar para sempre...
Fui uma boa mulher para você durante sete anos e não tenho nada a provar. As duas últimas semanas foram um inferno. O seu chefe me chamou para dizer que tinha lhe demitido e isto foi a última gota. Na semana passada, chegou em casa e não notou que eu tinha um novo penteado e tinha ido à manicure. Cozinhei a sua refeição preferida e até usei uma nova lingerie. Chegou em casa, comeu em dois minutos e foi dormir depois de ver o jogo.
Não diz que me ama, nunca mais fizemos sexo. Ou está me enganando ou já não me ama mais, seja qual for o caso, vou lhe deixar.

PS: Se quiser me encontrar, desista. O Júlio, aquele seu "melhor amigo" das noitadas de boliche e eu vamos viajar para o nordeste e vamos nos casar!

Sua ex-mulher

Carta do ex-marido

Querida,

nada me fez mais feliz do que ler a sua carta. É verdade que estivemos casados durante sete anos, mas dizer que você foi uma boa mulher é exagero... Vejo futebol para tentar
não lhe ouvir resmungar a toda hora. Assim não valia a pena.
Realmente reparei que tinha um novo penteado na semana passada, a primeira coisa que me veio à cabeça foi "parece um homem!". Mas a minha mãe sempre me disse para não dizer nada que não fosse bonito. Quando cozinhou a minha refeição preferida, deve ter confundido com a do meu amigo Júlio, porque deixei de comer porco há sete anos... Fui dormir porque reparei que a lingerie ainda tinha a etiqueta do preço. Rezei para que fosse uma coincidência, o meu melhor amigo me pedir emprestado R$100,00 e a lingerie ter custado R$99,99...
Depois de tudo isto, eu ainda lhe amava e senti que poderíamos resolver os nossos problemas... Assim quando descobri que eu tinha ganho na Loteria, deixei o meu emprego e comprei dois bilhetes de avião para o Taiti. Mas quando cheguei em casa você já tinha ido... Fazer o que? Tudo acontece por alguma razão. Espero que você tenha a vida que sempre sonhou... O meu advogado me disse que devido à carta que você escreveu, não vai ter direito a nada. Portanto se cuida!

PS: Não sei se eu alguma vez lhe disse isto mas o Julio, o meu "melhor amigo", é portador do vírus HIV. Espero que isto não seja um problema...

Assinado: milionário, bonitão, gostosão e solteirão


Fornecido por Tais Raugust.

Chegada das freiras no céu

Um trem bate em um ônibus cheio de freiras, e todas morrem.
Elas estão todas de frente para São Pedro, tentando atravessar os portões do paraíso.
São Pedro pergunta à primeira freira:
- Irmã Teresa, você alguma vez já teve contato com um pênis?

A irmã sorri, timidamente, e responde:
- Bem, uma vez eu toquei a cabeça de um, com a pontinha do meu dedo...
- OK, diz o porteiro do céu. Enfie a ponta do dedo nesta bacia com água benta e atravesse o portão.

São Pedro pergunta, então, à segunda freira:
- Irmã Rosa, você alguma vez teve contato com um pênis?
A irmã reluta um pouco, mas responde:
- Bem, uma vez eu segurei e acariciei um...

- Sendo assim, determina São Pedro, enfie a mão toda na água benta e atravesse o portão.

De repente, forma-se um tumulto na fila das freiras. Uma delas começa a empurrar as outras para passar na frente. Quando a freirinha afoita chega ao início da fila, São Pedro pergunta:
- Irmã, Irmã... Qual é o motivo da pressa?
E a freira responde:
- É que, se eu vou ter que fazer gargarejo com essa água. Melhor fazer agora antes que a Irmã Jurema lave a bunda!


QUE LOUCURA...HEHEHEHE

Fornecido por Patricia Dorneles.

Dar ou não dar no 1º encontro????????‏

Versão Feminina:

Você está lá, tranqüilinha no seu carro.
O sinal está fechado e você aproveita para retocar o seu batom Pérola do Oriente.
Você olha no espelinho e percebe que o cara de trás não desgruda os olhos da sua boquinha.
Sim, ele é bonito e tem um baita carrão...
Deve ser impressão minha, pensam os seus neurônios, com toda a auto-estima que Deus lhe deu,imaginando que:
Imagina se um cara desses vai olhar para mim....
O sinal abre, você anda uns 100 metros.
Do seu lado direito, pára um vendedor de chicletes, um cara de cadeira de rodas e um Hare Krishna.
Do seu lado esquerdo, pára o bonitão, vidradão em você.

Discretamente, você olha para as mãos dele no volante....
Não, amiga, ele não usa aliança!!!
Os carros andam mais 50 metros e param de novo.
Ele abaixa o vidro elétrico e diz:

- Me dá o seu telefone ?
Como você está completamente abobalhada com o que está acontecendo, pega o celular para jogar dentro do carro dele, mas Shiva te ilumina a tempo e você passa, lentamente, seu cartãozinho pela janela.
Três horas mais tarde, ele te liga convidando para jantar. Você aceita, desliga o telefone e começa a cantar bem alto:

Tá dominado! Tá tudo dominado!!!!

Na hora do almoço, você corre pro Shopping, gasta os tubos numa saia nova, afinal, investimento é tudo nessa vida.
Ele vem te buscar em casa, chique e perfumadão, e te leva num restaurante francês para comer ' Foie Gras', com direito a ' Moet Chandon'.

O champanhe está em promoção e vocês, romanticamente, preenchem cupons que dão direito a uma viagem a Paris.

- Ah, Parrrriii!!!!!!

Ele paga a conta, vocês saem, ele bota um cd da Sade e chega até a porta do seu prédio.
Você o convida para um licorzinho básico, mas jura, jura e jura para si mesma que não vai dar, mesmo porque você não fez depilação e, a última coisa que você quer na vida, é que ele te confunda com a 'Monga, a mulher macaca'.
Vocês sobem, rola aquele rala previsível e irresistível....
Ele tenta avançar o sinal, você breca.
Ele tenta de novo, você breca de novo.
E assim caminha a humanidade....
Algumas horas, depois que você ganhou a partida, ele se despede com um beijo e um abraço carinhoso e com aquela sinfonia para os nosso ouvidinhos:

- Amanhã te ligo....

No dia seguinte, você vai de novo ao Shopping, gasta outros tubos num vestidinho, em depilação completa e na lingerie La Perla, dispensa todos os convites das suas amigas para badalar e, e, e, e...
Espera sentada pelo telefonema dele...que nunca vem.
Sua vizinha chama, sua mãe chama, sua avó chama, o Ibope chama, até Avon chama... só ele que não chama...
E você vai dormir com aquela sensação horrível de que, nem um passeio por Taboão da Serra, em pleno apagão, seria pior que isso.
É amiga, aquele cara gostosão, bem de vida... nunca mais, nunca mais meeeeeeesmo, vai te ligar...
Mas, por que os homens dizem que vão ligar e não ligam??????

Moral da história:
NO PRIMEIRO ENCONTRO DÊ MESMO!!!! SE ELE NÃO LIGAR MAIS,PELO MENOS VOCÊ DEU UMA BEM DADA E VAI SE SENTIR BEM POR UMA SEMANA PELO MENOS!!!!

Versão Masculina:

Você vem dirigindo normalmente o seu carro, e está até com um pouquinho de pressa, afinal chegar em casa depois de um dia cansativo de trabalho é uma das melhores coisas do mundo...
Aproximando-se de um sinal de trânsito, que por acaso acaba de ficar amarelo, um carro à sua frente freia bruscamente, forçando-o a frear mais bruscamente ainda...
1º pensamento: -Que merda!!! Deve ser alguma 'vaca' dirigindo, e que só usa a porra do retrovisor para retocar a maquiagem!!!!
Olha para frente e qual não é sua surpresa....ha ha ha Realmente era uma 'vaca', e realmente ela estava retocando a maquiagem, passando batom, sei lá... mas até que a 'vaquinha' era bonitinha, comestível...

2º pensamento: -É... ela é bonitinha e tudo mais... mas se eu bato com o meu carro naquela carroça..

3º pensamento: -Vou cantar ela só de sacanagem, vai ver meu carro, vai me dar mole na hora, afinal de contas: Quem gosta de homem bonito e pau grande é viado, mulher gosta é de dinheiro!!!!'



O sinal abre, ela fica 5 segundos acelerando a porra do carro, para sair lentamente até arranhar a marcha na troca.
Haja paciência... Andam uns 100 metros e param em outro sinal, só que desta vez lado a lado.
Discretamente, e com movimento quase que síncrono você tira a aliança e coloca as mãos no volante.
Ufa!!! Deu tempo.... Olha para ela e ela está olhando.
-Vai ser a maior moleza - você pensa - Não vou nem gastar saliva, vou logo pedir o telefone, e aposto que ela vai querer jogar o celular aqui dentro do meu carro...
Andam mais alguns metros e param de novo lado a lado.
Você abaixa o vidro elétrico e faz sinal com a mão pedindo para ela rodar a maçaneta para abrir o vidro dela também e diz:
-Me dá o seu telefone?
O trânsito começa a andar e ela tá gritando:
-PERAÍ!!! enquanto procura alguma coisa...
-Pessoas xingam-na de tudo quanto é nome, acabam te xingando também, afinal de contas você também está parado no meio da rua esperando sei lá o quê...
Enfim, ela entrega um cartão meio amassado com o nome, telefone e bordas com florzinhas e corações.
Você vai para casa, entra meio afobado, e a sua mulher pergunta:
- Oi amor, como foi o seu dia?
Você responde:
Oi amorzinho,infelizmente meu dia não acabou, só vim em casa trocar de roupa, pois tenho uma auditoria para fazer em um cliente, e só pode ser à noite, sabe como é, as empresas não podem parar para eu trabalhar, você entende né???
Sua esposa:
- Mas de novo??? Ah, não vai não!!!!!
Você: - Desculpa, mas tenho que ir... Te amo... Tchau!!!
Pega o celular, o cartão amassado da mulher, e liga:
- Oi, lembra de mim, o cara do AUDI PRETO de hoje no trânsito, quer jantar comigo?
- Claro!!!! Ela responde...
Você marca de buscar ela em casa, desliga, e grita, bem alto:
- MAIS UMA!!! MAIS UMA!!!!
No horário combinado, você chega na casa dela, e ela vem com uma saia ridícula, estilo R$ 1,99, se apresentam melhor, entram no carro e vão...
Você pensa: - Vou levá-la a um restaurante legalzinho, afinal de contas vale tudo para comer uma mulher.
Vão a um restaurante Francês para comer ' Fois Gras', com direito a 'Moet Chandon'.
O champanhe está em promoção e, vocês preenchem cupons que dão direito a uma viagem para Paris.
Você pensa:
-Se eu ganhar, quem eu levo???
Você paga a conta, entram no carro, você bota um cd pirata da Sade especial para cantar a mulherada, pára na porta do prédio dela e pensa:
- Ela tem que me chamar para subir, senão vou ter que arrastá-la para um motel,e é mais grana que eu gasto com essa mulher. Ela não vale tudo isso não!!! Ou então ela vai ter que fazer aqui dentro do carro mesmo.... Putzgrila!!!!
Ela chama: - Vamos subir, tomar um licorzinho, conversar um pouquinho mais?
E você pensa: -BOOOOAAAA..... Conversar porra nenhuma!!!
Vocês sobem e já no elevador você ataca.... Destrói a mulher, deixa-a mais molhada do que a Marginal Tietê em noite de enchente....
Entram no apartamento dela, e como um touro você já vai querendo rasgar a blusa e a saia dela, até que:
- PÁRA!!! grita ela...
Você pára, sorri, descansa um pouco, a acaricia, e começa de novo lentamente, até os movimentos das mãos começarem a retomar o ritmo inicial, vai ficando quente de novo até que:
-PÁRA!!!! - grita ela novamente em tom meio histérico....
Você pensa: -Que saco!!!
Conversam um pouco, bebem o tal licor, e dessa vez ela vem para cima de você, chegando até a surpreender, tal era a impolgação, fazendo coisas com a boca que nem Madonna sabia que dava para fazer.... até que:
- PÁRA, PÁRA, PÁRA!!! -
Puta que pariu!!!!!!!!!! Você pensa.
Você gentilmente diz que tem que ir embora e fala para ela: -
Amorzinho,adorei sair com você, você é maravilhosa, linda, e quero muito sair com você de novo, posso te ligar amanhã?'
- Claro!!!!!, responde ela completamente apaixonada.
Vocês se despedem e você diz:
- Então amanhã te ligo.
Desce no elevador puto da vida, com uma dor no saco de matar (pois é, mulherada, dói, se vocês não sabem...), pensando:
- Quando eu chegar em casa vou ter que comer minha mulher, que merda!
Pega o carro, pára num posto de gasolina para abastecer, vai na loja de conveniências, compra uma cerveja, e volta para o carro.
Coincidentemente, uma amiga da época da faculdade pára com o carro dela do lado do seu, e surpresa.... ela tá gostosíssima, com uma minisaia show e uma blusa decotada que, para aparecer os peitos, é só ela respirar.
Conversa vai, conversa vem, e onde acaba a história????
Ela te leva no carro dela para um motel, vocês transam loucamente durante duas horas consecutivas, sem descanso, nem para beber água. Acabam, tomam banho, se arrumam e saem...
Qual não é a sua surpresa quando ela diz:
- Essa eu faço questão de pagar!!!
Meio sem jeito você aceita e vão embora pegar o seu carro no posto.
Trocam telefone e até hoje se ligam eventualmente quando querem uma boa transa.
E a amizade Continua....

Moral da história:
ADIVINHA QUEM VAI PARA PARIS?????


Forncecido por Taís Raugust.

quarta-feira, 19 de setembro de 2007

Os 10 Mandamentos do Chimarrão

Apesar de simples e informal, a roda de chimarrão tem suas regras. Verdadeiros mandamentos, que devem ser respeitados por todos. Se você é iniciante ou está redescobrindo o costume, observe esses pontos relacionados com boa dose de humor:

1- NÃO PEÇAS AÇÚCAR NO MATE

O gaúcho aprende desde piazito o porquê o chimarrão se chama também mate amargo ou, mais intimamente, amargo apenas. Mas se tu és de outros pagos, mesmo sabendo, poderá achar que é amargo demais e cometer o maior sacrilégio que alguém pode imaginar nesse pedaço do Brasil: pedir açúcar. Pode-se por água, ervas exóticas, cana, frutas, cocaína, feldspato, dollar, etc… mas jamais açúcar. O gaúcho pode ter todos os defeitos do mundo, mas não merece ouvir um pedido desses. Portanto, tchê, se o chimarrão te parece amargo demais, não hesites, pede uma coca-cola com canudinho. Tu vais te sentir bem melhor.

2- NÃO DIGAS QUE O CHIMARRÃO É ANTI-HIGIÊNICO

Tu podes achar que é anti-higiênico por a boca onde todo mundo põe. Claro que é. Só que tu não tens o direito de proferir tamanha blasfêmia em se tratando de chimarrão. Repito: pede uma coca-cola de canudinho. O canudo é puro como a água de sanga (pode haver coliformes fecais e estafilococos dentro da garrafa, não nele).

3- NÃO DIGAS QUE O MATE ESTÁ QUENTE DEMAIS

Se todos estão chimarreando sem reclamar da temperatura da água, é porque ela é perfeitamente suportável por pessoas normais. Se tu não és uma pessoa normal, assume tuas frescuras (caso desejes te curar, recomendamos uma visita ao analista de Bagé). Se, porém, te julgas perfeitamente igual aos demais, faze o seguinte: vai para o Paraguai. Tu vai adorar o chimarrão de lá.

4- NÃO DEIXES UM MATE PELA METADE

Apesar da grande semelhança que existe entre o chimarrão e o cachimbo da paz, há diferenças fundamentais. Como o cachimbo da paz, cada um dá uma tragada e passa-o adiante, já o chimarrão não. Tu deves tomar toda a água servida até ouvir o ronco da cuia vazia. A propósito, leia logo o mandamento abaixo.

5- NÃO TE ENVERGONHES DO "RONCO" NO FIM DO MATE

Se, ao acabar o mate, sem querer fizer a bomba "roncar", não te envergonhes. Está tudo bem, ninguém vai te julgar mal-educado. Esse negócio de chupar sem fazer barulho vale para a coca-cola com canudinho que tu podes até tomar com o dedinho levantado (fazendo pose de assumida).

6- NÃO MEXAS NA BOMBA

A bomba de chimarrão pode muito bem entupir, seja por culpa dela mesma, da erva ou de quem preparou o mate. Se isso acontecer, tens todo o direito de reclamar. Mas por favor, não mexas na bomba. Fale com quem te passou o mate ou com quem lhe passou a cuia. Mas não mexas na bomba, não mexas na bomba e, sobretudo, não mexas na bomba.

7- NÃO ALTERE A ORDEM EM QUE O MATE É SERVIDO

Roda de chimarrão funciona como cavalo de leiteiro. A cuia passa de mão em mão, sempre na mesma ordem. Para entrar na roda, qualquer hora serve, mas depois de entrar, espera sempre a tua vez e não queiras favorecer ninguém, mesmo que seja a mais prendada prenda do estado.

8- NÃO CONDENES O DONO DA CASA POR TOMAR O PRIMEIRO MATE

Se tu julgas o dono da casa um grosso por preparar o chimarrão e tomar ele próprio o primeiro mate, saibas que o grosso és tu. O pior mate é o primeiro, e quem toma está te prestando um favor.

9- NÃO DURMAS COM A CUIA NA MÃO

Tomar mate solito é um excelente meio de meditar sobre as coisas da vida. Tu mateias sem pressa, matutando… E às vezes te surpreendes até imaginando que a cuia não é cuia, mas o quente seio moreno daquela chinoca faceira que apareceu no baile do Gaudêncio… Agora, tomar chimarrão numa roda é muito diferente. Aí o fundamental não é meditar, mas sim integrar-se à roda. Numa roda de chimarrão, tu falas, discutes, ris, xingas, enfim, tu participas de uma comunidade em confraternização. Só que essa tua participação não pode ser levada ao extremo de te fazer esquecer a cuia que está na tua mão. Fala quanto quizeres mas não esqueças de tomar o teu mate que a moçada tá esperando.

10- NÃO DIGAS QUE O CHIMARRÃO DÁ CÂNCER NA GARGANTA

Pode até dar. Mas não vai ser tu, que pela primeira vez pega na cuia, que irás dizer, com ar de entendido, que o chimarrão é cancerígeno. Se aceitaste o mate que te ofereceram, toma e esqueces o câncer. Se não der para esquecer, faz o seguinte: pede uma coca-cola com canudinho que ela etc... etc...

PÉRCIO DE MORAES

Chimarrao.com - O Site do Chimarrão!

Chimarrão

O chimarrão ou mate é uma bebida característica da cultura do sul da América do Sul, um hábito legado pelas culturas quíchua, aymará e guarani. Ainda hoje é hábito fortemente arraigado no Brasil (Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul (principalmente), Mato Grosso do Sul e Mato Grosso (Pantanal) e Rondônia), parte da Bolívia e Chile e em todo o Paraguai, Uruguai e a Argentina.

É composto por uma cuia, uma bomba, erva-mate e água.

Embora a acepção mate seja castelhana, é utilizada popularmente também no Rio Grande do Sul paralelamente com o termo "chimarrão".

Chimarrão também designa o gado que foge para o mato e torna-se bravo.

O chimarrão

O chimarrão é montado com erva-mate, geralmente servido quente de uma infusão. Tem gosto que mistura doce e amargo, dependendo da qualidade da erva-mate, que, pronta para o uso, consiste em folhas e ramos finos (menos de 1,5 mm), secos e triturados, passados em peneira grossa, de cor verde, havendo uma grande variedade de tipos, uns mais finos outros mais encorpados, vendidos a diversos preços.

Um aparato fundamental para o chimarrão é a cuia, vasilha feita do fruto da cuieira, que pode ser simples ou mesmo ricamente lavrada e ornada em ouro, prata e outros metais, com a largura de uma boa caneca e a altura de um copo fundo, no formato de um seio de mulher. Há quem tome chimarrão em outros recipientes, mas a prática é geralmente mal vista.

O outro talher indispensável é a bomba ou bombilha, um canudo de cerca de 6 a 9 milímetros de diâmetro, normalmente feito em prata lavrada e muitas vezes ornado com pedras preciosas, de cerca de 25 centímetros de comprimento em cuja extremidade inferior há uma pequena peneira do tamanho de uma moeda e na extremidade superior uma piteira semelhante a usada para fumar, muitas vezes executada em bom ouro de lei.

Etiqueta

O chimarrão pode servir como "bebida comunitária", apesar de que alguns aficionados o tomem durante todo o dia, mesmo a sós. Embora seja cotidiano o consumo doméstico, principalmente quando a família se reúne, é quase obrigatório quando chegam visitas ou hóspedes. Então assume-se um ar mais cerimonial, embora sem os rigores de cerimônias como a do chá japonês.

A água não pode estar em estado fervente, deve apenas esquentar o suficiente para "chiar" na chaleira. Enquanto a água esquenta, o dono (ou dona) da casa prepara o chimarrão.

Há quem diga que isto acaba estabelecendo a hierarquia social dos presentes, mas é unânime o entendimento de que tomar chimarrão é um ato amistoso e agregador entre os que o fazem, comparado muitas vezes com o costume do cachimbo da paz. Enquanto você passa o chimarrão para a próxima bebê-lo, ele vai ficando melhor. Isso é interpretado poeticamente como você desejar algo de bom para a pessoa ao lado e, consequentemente, às outras que também irão beber o chimarrão.

Nesse cenário, o preparador é quem é visto mais altruisticamente. Além de prepará-lo para outras pessoas poderem apreciá-lo, é o primeiro a beber, em sinal de educação, já que o primeiro chimarrão é o pior. Também é de praxe o preparador encher novamente a cuia com água quente (sobre a mesma erva-mate) antes de passar cuia para as mãos de outra pessoa (ou da pessoa mais proeminente presente), que depois de sugar toda a água, deve também renovar a água antes de passar a cuia ao próximo presente. Não se esqueça de tomar o chimarrão totalmente, fazendo a "cuia roncar". Se considera uma situação desagradável quando o chimarrão é passado adiante sem fazer roncá-lo. "Os 10 Mandamentos do Chimarrão" é um texto humorístico sobre o chimarrão tomado no sul do Brasil é muito popular na Internet.

Erva-mate

A Erva-mate (Ilex paraguariensis) é uma árvore da família das aquifoliáceas, originário da região subtropical da América do Sul, presente no sul do Brasil, norte da Argentina, Paraguai e Uruguai. Os indígenas das nações Guarani e Quíchua tinham o hábito de beber infusões com suas folhas. Hoje em dia este hábito continua popular nestas regiões, consumido como chá quente ou gelado, ou como chimarrão (Brasil (principalmente Rio Grande do Sul), Uruguai e Argentina) e tereré (Brasil (especialmente Mato Grosso do Sul) e Paraguai).

Pode atingir 12 metros de altura, tem caule cinza, folhas ovais e fruto pequeno e verde ou vermelho-arroxeado. As folhas da erva-mate são aproveitadas na culinária.

A palavra mate deriva do quíchua mati que designa a Cuia ou seja, o recipiente onde o chá era bebido ou sorvido por um canudo (bomba). O hábito ainda hoje é muito popular em todo o sul da América do Sul, e no Brasil a bebida é chamada de Chimarrão. Canoinhas, SC, é considerada a capital mundial da Erva-Mate.

As plantas nativas só se reproduziam por meio de pássaros da região que ingeriam o pequeno fruto e defecavam sua semente já escarificada. A plântula é muito sensível ao sol tanto que, mesmo no plantio moderno a técnica exige sombreamento até que a planta atinja alguma maturidade.

Atualmente existem viveiros que produzem mudas de variedades selecionadas, cujo plantio é feito com técnicas especiais em grandes hortos. Para facilitar a colheita anual dos ramos, a árvore é severamente podada para manter-se a não mais de 3,00 metros de altura. Dessa forma evita-se plantas altas que dificultam a colheita das folhas jovens, consideradas nobres na infusão do chá mate.

Outra prática bastante popular no planalto curitibano, um habitát original da erva-mate, é conciliar o plantio da Araucária com o do mate. Técnicas como essa são comuns para um controle ambiental mais rígido, e para evitar a desgastação do solo.

Propriedades
Estudos detectaram a presença de muitas vitaminas, como as do complexo B, a vitamina C e a vitamina D, e sais minerais, como cálcio, manganês e potássio. Combate os radicais livres

Auxilia na digestão e produz efeitos anti-reumático, diurético, estimulante e laxante.

Pode ser usada verde ou tostada e no preparo de chás e chimarrão. Não é indicado para pessoas que sofrem de insônia e nervosismo, pois é estimulante natural.

Misturada com extrato de maracuja pode ser usada como bebida quente ou gelada.


Nomes Populares
Mate, erva-mate, erveira, congonha, erva, erva-verdadeira, erva-congonha, chá-mate, chá-do-paraguai, chá-dos-jesuítas, chá-das-missões, mate-do-paraguai, chá-argentino, chá-do-brasil, congonha, congonha-das-missões, congonheira, mate-legítimo, mate-verdadeiro, chimarrão, terere, chá verde nacional.

Outras denominações menos comuns são: erva-de-são bartolomeu, cu-de-boi, orelha-de-burro, chá-do-paraná, congonha-de-mato-grosso, congonha-genuína, congonha-mansa, congonha-verdadeira, erva-senhorita. Denominações indígenas para a erva-mate são caá, caá-caati, caá-emi, caá-ete, caá-meriduvi e caá-ti.

Em outros idiomas temos: Yerba maté ou maté tea (inglês), maté vert (francês), yerba mate (espanhol), malté (italiano), Matetee[1] ou Mate paraguaensis (alemão), mate-tchá (japonês).

http://pt.wikipedia.org/wiki/Erva_mate
http://pt.wikipedia.org/wiki/Chimarr%C3%A3o

Gaúcho

Gaúcho é uma denominação das pessoas ligadas a atividade pecuária em regiões de ocorrência de campos naturais do vale do Rio da Prata, entre os quais o bioma denominado pampa, supostamente descendente mestiço de espanhóis, portugueses, indígenas e negros. As peculiares características de seu modo de vida pastoril teriam forjado uma cultura própria, derivada do amálgama da cultura ibérica, indígena e africana, adaptada ao trabalho pecuário em propriedades denominadas estâncias. É assim conhecido no Brasil, enquanto que em países de língua espanhola, como Argentina e Uruguai é chamado de gaucho.

O termo também é correntemente usado como gentílico para denominação de habitantes do estado brasileiro do Rio Grande do Sul, e em alguns casos o termo é utilizado por habitantes do norte do Brasil para denominar os oriundos de qualquer região do sul do país.

O termo seria ainda utilizado para denominar um tipo folclórico e um conjunto de tradições codificado e difundido por um movimento cultural agrupado em agremiações que cultivam ou mantêm tais tradições, denominadas CTGs. Seria, conforme seus defensores, a denominação de uma nacionalidade.

Etimologia

Existem várias teorias conflitantes sobre a origem do termo "gaúcho". Pode ser que o vocábulo tenha derivado do quechua (idioma ameríndio andino) ou do árabe "chaucho" (um tipo de chicote para controlar manadas de animais). Além disso, abundam outras hipóteses sobre o assunto. A primeira vez que foi documentado o seu uso foi em torno de 1816, durante a independência da Argentina.

História

O termo originou-se na língua indígena da descrição de pessoas de hábitos nômades, criminosos, brancos pobres, escravos fugidos ou índios aculturados que não possuíam terras e vendiam sua força de trabalho a criadores de gado nas regiões de ocorrência de campos naturais do vale do Rio da Prata, entre os quais o pampa, planície do vale do Rio da Prata e com pequena ocorrência no oeste do estado do Rio Grande do Sul, limitada, a oeste, pela cordilheira dos Andes.

O gentílico "gaúcho" foi aplicado aos habitantes da Província do Rio Grande do Sul na época do Império Brasileiro por motivos políticos, para menosprezá-los, sendo adotado posteriormente pelos próprios habitantes por ocasião da adoção da forma de governo republicana (1889), quando valores culturais tomaram outro significado. Também importante para adoção dessa imagem mítica para representação do Estado do Rio Grande do Sul é a influência do nativismo argentino, que no final do século XIX expressa a construção de um mito fundador da cultura da região.

Na Argentina, o poema épico Martín Fierro, de José Hernández, exemplifica a utilização do elemento gaúcho como o símbolo da tradição nacional da Argentina, em contradição com a opressão simbolizada pela europeização. Martín Fierro, o herói do poema, é um "gaúcho" recrutado a força pelo exército argentino, abandona seu posto e se torna um fugitivo caçado. Esta imagem idealizada do gaúcho livre e altivo é freqüentemente contrastada com aquela dos trabalhadores mestiços das outras regiões do Brasil.

Os gaúchos apreciam mostrar-se como grandes cavaleiros e o cavalo do gaúcho "era tudo o que ele possuía neste mundo". Durante as guerras do século XIX, que ocorreram na região, atualmente conhecida como Cone Sul, as cavalarias de todos os países eram compostas quase que inteiramente por gaúchos.

Música

Existem vários ritmos que fazem parte da cultura gaúcha, mas a maioria deles são variações de danças de salão centro-européias populares no século XIX. Esses ritmos, derivados da valsa, do xote, da polca e da mazurca, foram adaptados como vaneira, vaneirão, chamamé, milonga, rancheira, xote, polonaise e chimarrita, entre outras.

O único ritmo que realmente é gaúcho é o bugio, criado pelo gaiteiro Wenceslau da Silva Gomes, conhecido como Neneca Gomes, em 1928, na então província de São Francisco de Assis. Inspirado no ronco dos bugios, macacos que habitam as matas do Rio Grande do Sul, o ritmo foi banido de lá por ser considerado obsceno, mas foi cultivado em São Francisco de Paula, onde até hoje é realizado o festival nativista "O Ronco do Bugio".

Vestimenta

Trajes típicos da Prenda e do Gaúcho, em desfile da Semana Farroupilha, Porto AlegreA pilcha, indumentária do gaúcho, utiliza boleadeiras (bolas ou boleadoras, em |castelhano), uma soga de couro torcido ou trançado com duas pedras redondas amarradas em cada uma de suas extremidades e outra soga de couro atada no meio dela com uma pedra menor na extremidade, sendo chamada de Pedra Chica, formando uma ferramenta para caça ou captura de animais com três pedras muito utilizada no pampa gaúcho, em comparação com o lariat ou riata do cowboy.

O traje típico do gaúcho inclui o seu pala (ou poncho em castelhano) que é um sobretudo que pode servir de cobertor para dormir, um facão ou adaga (ou facón, em castelhano), um relho (ou rebenque, em castelhano) e as calças largas chamadas bombachas, presas às suas cinturas por um tipo de cinto denominado guaiaca (ou tirador, em castelhano). São complementos as botas, o chapéu de barbicacho e o lenço no pescoço.

Palavras e expressões regionalistas
O dialeto gaúcho, tem expressões próprias em relação à língua padrão do Brasil, alguns próprios da cultura urbana do Rio Grande do Sul, e não necessariamente fazendo parte da cultura original dos camponeses denominados "gaúchos".

Dialeto do português falado no Rio Grande do Sul. Fortemente influenciado pelo espanhol e pelo guarani, especialmente nas áreas próximas à fronteira com o Uruguai, e ainda com vários empréstimos do italiano, possui diferenças lexicais e semânticas muito numerosas em relação ao português padrão - o que causa, às vezes, dificuldade de compreensão do diálogo informal entre dois gaúchos por parte de pessoas de outras regiões brasileiras, muito embora eles se façam entender perfeitamente quando falam com brasileiros de outras regiões. Foi publicado um dicionário gaúcho-brasileiro pelo filólogo Batista Bossle, listando as expressões regionais e seus equivalentes na norma culta. + TNC

A fonologia é bastante próxima do espanhol platino, sendo algumas de suas características a não vocalização do "l" em "u" no final de sílabas, e a menor importância das vogais nasais, praticamente restrita à vogal "ã" e aos ditongos "ão" e "õe". Gramaticalmente, uma das características mais notáveis é o uso do pronome "tu" em vez de "você" (diferente do usado em São Paulo), mas com o verbo na terceira pessoa ("tu ama", "tu vende", "tu parte").


Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ga%C3%BAcho
http://pt.wikipedia.org/wiki/Dialeto_ga%C3%BAcho

Churrasco

Churrasco é um termo do idioma espanhol e do português que se refere à carne grelhada de forma geral tendo significados diferentes em toda América Latina.

Origem do nome

Palavra usada no português do Brasil e também no espanhol dos países platinos para designar um pedaço de carne assada nas brasas. O Dicionário da Academia Espanhola sugere – sem citar fontes, que seria um vocábulo de origem onomatopéica, presumivelmente do som que produz a gordura ao gotejar sobre a carne. Corominas, no entanto, afirma que churrasco originou-se em uma palavra muito antiga, anterior à presença dos romanos na Península Ibérica, que nos chegou vinda de ´sukarra´ (chamas de fogo, incêndio), formada por ´su´ (fogo) e ´karra´ (chama). Este vocábulo apareceu primeiramente em castelhano sob a forma ´socarrar´ e ao longo dos séculos derivaram-se diversas variantes dialetais na Espanha, das quais a que nos interessa é ´churrascar´, do andaluz e do leonês berceano, de onde provém a voz rioplatina e brasileira churrasco. O etimologista catalão cita também o chilenismo ´churrrasca´ (folha de massa frita).


Argentina
Na Argentina, um churrasco é um corte grosso de bife. Os Gaúchos teriam grelhado o churrasco como parte de seu Assado, agora o prato típico do país, servido com Chimichurri, salada e batatas fritas ou purê, às vezes mesmo um ovo frito. O churrasco também é achado no Paraguai e Uruguai.


Brasil
No Brasil, Churrasco se refere a toda carne assada na churrasqueira, quase sempre em grandes espetos. Há também o "churrasquinho de gato", que por ser assado em pequenos espetos de madeira, e ter a carne cortada em cubinhos, dá a idéia de que é realmente feita de gatos. O churrasquinho de gato vendido nas ruas é feito de carne bovina, suína (geralmente na forma de lingüiça), ou de frango. Uma churrascaria é um restaurante especializado em carnes. O termo churrasco também pode ser visto em antigas colônias portuguesas - um Churrasco Moçambicano é um prato de carne grelhada de Moçambique, por exemplo.

Tambem Costumam fazer a chamada parrilha onde é utilizada uma grelha e brasa abaixo com a distancia de uns 40 centimetros.


Curiosidades

Típico churrasco JingisukanJingisukan, conhecido no Brasil como Genghis Khan, é um tipo de churrasco. Foi inventado no Japão, mais precisamente em Hokkaido, região norte.Lá é utilizada a carne de carneiro e Jingisukan é na verdade, a chapa na qual é preparado. É muito conhecido no sul do Brasil, principalmente entre os estados do Paraná e Santa Catarina.

Como fazer um bom churrasco
A arte de fazer um churrasco está na vontade de quem o faz pois, como todo prato alimentício, sempre faz-se necessário, alem de fazê-lo bem feito, tratar o alimento com especial carinho. Dessa forma o sabor irá realçar e o churrasco certamente será elogiado.

Primeiro passo: uma boa churrasqueira (local aonde faz o churrasco em casa), deve ser de fácil limpeza, manter o calor e ser funcional permitindo o uso adequado dos espetos, grelhas e as chapas.
Um bom designer poderá projetar uma boa churrasqueira.

Colocar o carvão e acender o fogo: enrole 3 ou 4 folhas de papel jornal dobrado até formar um canudo de aproximadamente 25 cm em uma garrafa de cerveja vazia. Coloque a garrafa com os jornais enrolados no fundo da churrasqueira ao centro. Despeje o conteúdo do saco de carvão sobre a garrafa de modo a formar uma pirâmide ou cone com a garrafa no centro. Retire a garrafa mantendo os anéis de jornal no local. Acenda os anéis de jornal com um fósforo ou tira de papel em chamas.
Outra forma de acender o carvão: Utlizando os acendedores existentes nos melhores supermercados, alguns sacos de carvão já possuem acendedores dentro da embalagem. Nunca use querosene, gasolina, tiner pois além de passar gosto para a carne, prejudicando a saúde, pode haver explosão, inúmeros são os casos de queimaduras gravíssimas pela utilização de inflamáveis líquidos. O uso do álcool liquido deve ser feito com cuidado para não causar incendios como os inflámaveis acima. Dá para usar também álcool em gel, porém é menos eficiente.
Aguarde um pouco e verá que alguns carvões acenderam. Use então o abanador até levantar uma pequena chama. Repita a operacão de abanar até ter umas boas brasas acesas. Só espalhe os carvões quando estiverem quase todo em brasa, usando o "espalha brasas". Dê mais algumas abanadas. Coloque as carnes em espetos, protegida pela gordura ou osso, como o caso da picanha e da costela. Espere o carvão ficar em brasa, nunca coloque a carne com o carvão ainda apagado, pois uma grande quantidade de gases tóxicos são liberados na combustão inicial do carvão.
Um outro modo também interessante: Pegue um pouco de papel higiênico ou papel toalha e molhe com óleo de cozinha. Despeje o carvão, coloque o papel molhado com óleo no meio da churrasqueira e ascenda-o.Monte uma estrutura de carvão por cima das chamas de forma que nenhuma labareda saia, mas sem encostar no papel, apenas para aproveitar o fogo. O óleo fará com que o papel demore pra queimar, assim a estrutura de carvão montada nas chamas e não sobre o papel se ascenderá.

Material de um churrasco
Este é o material normalmente usado, pode haver derivações conforme o caso.

Facas;
Pedra de amolar - Uma faca sem corte dificulta muito o consumo da carne;
Tábua de cortar carne;
Espetos variados: largo, fino e duplo;
Grelha;
Abanador de brasa;
Ferro para espalhar a brasa.
Tábua de servir a mesa;
Colher pinça, para pegar brasas;
Pinça colher para servir a carne.
Garfo, colher;
Gamela de preparar vinha d'alho e gamela de salgar.

Procedimentos de um bom churrasco

Assar a carne.
Significa expô-la rápida e diretamente a uma fonte de calor. A proteína da carne, a albumina, como auto-proteção, coagula-se rapidamente formando uma camada impermeável que bloqueia a saída do sumo. A carne se contrai e fica levemente crestada (Suavemente queimada). As gorduras que não coagulam neste processo, são destiladas e pingam sobre as brasas. Chega então a hora de virar o espeto, repetindo todo o processo de novo. A temperatura interna da carne aumenta e o sumo não se perde e a água se volatiza. Quando a carne passa do ponto, fica excessivamente seca, perde água demais. O tempo que leva um churrasco para assar depende do calor da churrasqueira, das carnes escolhidas, dos cortes, da qualidade do carvão.


Salgar a carne (pôr sal)
O sal do churrasco é o sal grosso. Está na origem histórica. O sal grosso nunca erra. Meia hora antes de dar início ao trabalho de assar a carne, salgue-a. Ponha a carne na gamela e esfregue o sal com as mãos. Espete e leve ao fogo, com a parte mais gordurosa para baixo, como o caso da picanha. Importante : para tirar o sal, quando a carne está pronta, segure o espeto no ar ainda dentro da churrasqueira e bata com as costas da faca. Nunca salgue o churrasco com sal fino de cozinha. Certamente o sal vai grudar e a carne ficará por demais salgada. Se não tiver sal grosso, faça com o sal fino uma salmoura e vá borifando periódicamente na carne, sem tirá-la do fogo. O tempo médio para a preparação de cada tipo de carne, para peças inteiras, é aproximadamente 40 minutos, sendo em postas levam aproximadamente 20 minutos


Com sal fino
O sal fino costuma deixar a carne mais hidratada e mais saborosa. O melhor a ser feito é colocar a carne no espeto ou na grelha sem salgar, esperar a mesma se "firmar", dourando um pouco os dois lados, retirar a carne e passar sal fino. Depois basta levar a carne de volta a churrasqueira para assar.


Ingredientes mais usados em um churrasco

Churrasco tipicamente brasileiro. Da esquerda para a direita, Fraldinha, Picanha, Coração de frango, lingïça de pernil, pão ao alho, picanha fatiada ao alho e coxa de galinhaAlcatra - Por apresentar pouca gordura, deve ser retirada a que sobra, deixando-a perfeitamente limpa, melhor cozê-la ao ponto ou mal passada. Como as outras carnes de primeira, não deve ser fatiada e sim cortada em pedaços grossos para ser levada ao prato. É a maneira de manter o ponto por fora, na casquinha, e a suculência por dentro. É muito utilizada no sudeste do Brasil, porém não é considerada uma carne tipíca do churrasco gaúcho.
Picanha - É macia, se deve por ser uma carne sem músculos e de alto volume sanguíneo, o que lhe marca o sabor característico. Ela deve ser servida em pedaços grossos e no prato é que se vai cortando em pequenos cubos para comer. O ponto certo da picanha é o malpassado. Carne típica em todos os churrascos.
Contra-file - É macio, tem sabor acentuado, muito suco e dificilmente se erra no ponto. Deve ser servido ao ponto ou mal passado, sob pena de perder o suco e daí o sabor. Para servir, corte em postas de espessura média. . É muito utilizada no sudeste do Brasil, porém não é considerada uma carne tipíca do churrasco gaúcho.
Maminha ou ponta de alcatra - Por sua característica deve ser servida malpassada mas aceita ser servida ao ponto e até bem passada. Carne típica em todos os churrascos.
Filé mignon - Por ser uma carne macia e gosto levemente adocicado. Tem presença obrigatória nos melhores restaurantes. Para grelhar deve ser cortado em bifes grossos e servir ao ponto pois a maciez e o sumo se mantém. Porém não é carne de churrasco.
Fraldinha ou Vazio - Muito saborosa, boa de assar mas que não é uma carne popular. Não deve ser passada demais. É uma carne cheia de gorduras e nervos e é preciso ser muito bem limpa para ir até a grelha. Carne típica no chuurasco em todo Mercosul.
Chuleta É também uma carne saborosa mas às vezes fica dura ao ser assada. Seu ponto certo é o malpassado. É entremeada de gordura, que a mantém suculenta. Não é típíca de churrasco.
Costela É a carne mais típica do churrasco. Para os churrasqueiros, churrasco é sinônimo de costela.
Pão de Alho Pão francês recheado com uma pasta de alho. Deve ser rapidamente removido da churrasqueira para que não queime..

Antigamente fazia-se churrasco só de costela e de alguns anos para cá é que foram introduzidos outros tipos de carne. Ela só deve ir ao fogo quando estiver bem limpa, isto é: carne à vista de um lado e osso de outro. A costela deve sempre ir às brasas com o lado do osso para baixo. Somente quando esta parte mostrar-se bem assada é que se deve virar o espeto. Serve-se ao ponto.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Churrasco

2 piadinhas de gauchos‏

Dois gaúchos desempregados chegam a Florianópolis, sem grana, e ai um diz pro outro:
- Báh tchê! Vamos nos separar para pedir dinheiro pros catarinas e ao final do dia
nos reunimos para ver quanto cada um de nós arrumou?
O outro topa e então cada um vai para o seu lado.
Já bem de noitinha se encontram de novo e um pergunta para o outro:
- Báh, quanto conseguiste?
- 10 reais.
- E como tu fizeste vivente?
- Fui ao parque e pintei um cartaz: "NÃO TENHO TRABALHO, TENHO 3 FILHOS PRA CRIAR, POR FAVOR PRECISO DE AJUDA"... Mas e tu, ganhaste quanto?
- Báh, tu nem imaginas! Ganhei 8.694,00 reais.
- Bárbaridade guri! Como tu fizeste para conseguir tanto tchê?
- Escrevi um cartaz assim: "FALTA 1 REAL PARA EU VOLTAR PRA PORTO ALEGRE".


O COMPADRE GAÚCHO E A COMADRE GAÚCHA

O compadre há muito tempo estava de olho na comadre e aproveitando a ausência do compadre resolveu fazer uma visitinha para ver se ela não precisava de alguma coisa.
Chegando lá, os dois meio sem jeito, não estavam acostumados a ficar sós, falaram sobre o tempo... "será que chove?" .
- "Pois ..." e fica um grande silêncio.
Aí o compadre se enche de coragem e resolve quebrar o gelo:
- Comadre.. que tu acha: trepemo ou tomemo um chimarrão?
- Bah, compadre... me pegaste sem erva mate...

Fornecido por Maria Isabel Mascarello de Barcellos.

Ditados Gaudérios

Mais grosso...
- que nem toco de açougue.
- que dedo destroncado.
- que parafuso de patrola.
- que papel de enrolar prego.
- que mandioca de dois anos.
- que rolha de poço.

Mais grudado...
- que bosta em tamanco de leiteiro.

Mais informado...
- que gerente de funerária.

Alma inquieta ...
- como galho de sarandi tocado pelo vento.

Mais intrometido...
- que piolho na costura.

Judiado...
- como filhote de passarinho em mão de piá.

De alma leve...
- como um passarinho.

Mais ligeiro...
- que enterro de bexiguento.

Liso
- como sovaco de santo.

Louco...
- como galinha agarrada pelo rabo.

Mais magro...
- que guri com solitária.

Maldoso...
- como petiço de guri.
- que rato de igreja.
- que sorro de grota.

Mais medroso...
- que velha em canoa.
- que cascudo atravessando galinheiro.

Mais metido...
- que merda em chinelo de dedo.
- que dedo em nariz de piá.

Nervoso...
- como potro com mosca no ouvido.
- como gato em dia de faxina.

Mais nojento...
- que mocotó de ontem.

Parado
- que nem água de poço.

Mais perdido...
- que peido em bombacha.
- que cusco em procissão.
- que cego em tiroteio.

Perfumado...
- como mão de barbeiro.

Pior...
- que jacaré sem lagoa.
- que cusco que caiu do caminhão da mudança.

Quente...
- como frigideira sem cabo.

Rebola mais...
- que minhoca nas cinzas.

Sabido...
- como sorro velho.

Seca...
- como tiro de 12 cano-serrado.

Sério...
- que em defunto.
- que guri cagado.
- como guri que examina galinha para ver se tem ovo.

Sincero...
- como vaca pro touro.

Sofrendo...
- como joelho de freira na Semana Santa.

Solita...
- como galinha em gaiola de engorde.

Mais sujo que...
- pau de galinheiro.

Tranqüilo...
- que nem cozinheiro de hospício.
- como água de poço.
- como capincho em taipa de açude.

Mais vagaroso...
- que tropeiro de lesma.

Mais virado...
- que bolacha em boca de velha.

Mais à vontade...
- que bugio em mato de boa fruta.

Vivo...
- como cavalo de contrabandista.

Mais velho...
- que andar de pé.


Fornecidos por Aline Rech.

um pouco da nossa história...

Guerra dos Farrapos ou Revolução Farroupilha são os nomes pelos quais ficou conhecida uma revolução ou guerra regional de caráter republicano contra o governo imperial do Brasil, a então província de São Pedro do Rio Grande do Sul, e que resultou na declaração de independência da província como estado republicano, dando origem à República Rio-Grandense. Foi de 1835 a 1845 : é o conflito armado mais duradouro que ocorreu no continente americano.

A revolução, que originalmente não tinha caráter separatista, influenciou movimentos que ocorreram em outras províncias brasileiras: irradiando influência para a Revolução Liberal que viria ocorrer em São Paulo em 1842 e para a Revolta denominada Sabinada na Bahia em 1837, ambas de ideologia do Partido Liberal da época, moldado nas Lojas Maçônicas . Inspirou-se na recém finda guerra de independência da República Oriental do Uruguai , Guerra da Cisplatina, mantendo conexões com a nova república do Rio da Prata, além de províncias independentes argentinas, como Corrientes e Entre Ríos. Chegou a expandir-se a corte brasileira , sul da província de Santa Catarina, em Laguna com a proclamação da República Juliana e ao planalto catarinense de Lages. Teve como líderes: Bento Gonçalves, General Neto, Onofre Pires, Lucas de Oliveira, Vicente da Fontoura, Pedro Boticário, David Canabarro, Vicente Ferrer de Almeida, José Mariano de Mattos, além de receber inspiração ideológica de italianos carbonários refugiados, como o cientista Tito Lívio Zambeccari e o jornalista Luigi Rossetti, ambos com participação no movimento de independência no Uruguai. Giuseppe Garibaldi , embora não pertencesse a carbonária, esteve envolvido em movimentos republicanos na Itália, como o risorgimento, e condenado, veio em fuga para a América do Sul. A questão da abolição da escravatura também esteve envolvida, organizando-se exércitos contando com homens negros com aspiração da liberdade

Os revolucionários sul-riograndenses vinculados ao Partido Liberal foram alcunhados pejorativamente de Farrapos ou Farroupilhas. O termo, oriundo do parlamento, com o tempo foi adotado pelos próprios revolucionários, de forma semelhante à que ocorreu com os sans-cullotes à época da Revolução Francesa. Seus oponentes imperiais eram por eles chamados de caramurus, termo jocoso em geral aplicado aos membros do Partido Conservador no Parlamento Imperial.

Antecedentes e causas

Embora a justificativa original estivesse no conflito político entre os Liberais que propugnavam um modelo de estado com maior autonomia às províncias, e o modelo imposto pela constituição de D. Pedro I de caráter unitário, o movimento encontrou forças na posição secundária, econômica e política, que a Província de São Pedro do Rio Grande ocupava nos anos que se sucederam à Independência. Diferentemente de outras províncias, cuja produção de gêneros primários se voltava para o mercado externo, como o açúcar e o café, a do Rio Grande do Sul produzia principalmente para o mercado interno. Seus principais produtos eram o charque e o couro. As charqueadas produziam para a alimentação dos escravos africanos, indo em grande quantidade para abastecer a atividade mineiradora nas Minas Gerais e para as plantações de cana-de-açucar e para a região sudeste onde iniciava-se a cafeicultura. A região, desse modo, encontrava-se muito dependente do mercado brasileiro de charque, que com o câmbio supervalorizado, e benefícios tarifários, podia importar o produto por custo mais baixo. Além disso, instalava-se nas Províncias Unidas do Rio da Prata, uma forte indústria saladeiril, da qual participava Rosas, e que, junto com os saladeros do Uruguai (que deixara de ser brasileiro) competiria pela compra de gado da região, pondo em risco a viabilidade econômica das charqueadas sul-riograndenses.

Conseqüentemente, o charque rio-grandense tinha preço maior do que o similar oriundo da Argentina e do Uruguai, perdendo assim competitividade no mercado interno. A tributação da concorrência externa era uma exigência dos estancieiros e charqueadores . Esta tributação não era do interesse dos principais compradores brasileiros que eram os que detinham as concessões das lavras de mineração, os produtores de cana-de-açucar e os cafeicultores, pois veriam reduzida a lucratividade das mesmas, por maior dispêndio na manutenção dos escravos.
Há que considerar, ainda, que o Rio Grande do Sul, como região fronteiriça à região platina, fôra, desde o século XVII, colonizado por um sistema de concessão de terras a chefes militares, que dispunham de autonomia para opor-se militarmente ao fraco exército imperial na região. Ainda mais, na então ainda recente e desastrosa Guerra da Cisplatina, que culminou com a perda da área territorial do Uruguai, anteriormente anexada ao Brasil, as posições dos militares e caudilhos locais foram sobrepujadas por comandos oriundos da corte imperial (como o Marquês de Barbacena}.

Também é preciso citar o conflito ideológico presente no Rio Grande do Sul a partir da criação da Sociedade Militar, um clube com simpatia pelo Império e até mesmo suspeito de simpatizar com a restauração de D. Pedro I. Os estancieiros rio-grandenses não viam com bons olhos a Sociedade Militar e pediam que o governo provincial a colocasse na ilegalidade.

A guerra

No ano de 1835 os ânimos políticos estavam exaltados. O descontentamento de estancieiros, liberais , industriais do charque, e militares locais promoviam reuniões em casas de particulares, destacando-se a figura de Bento Gonçalves.
Naquele ano foi nomeado como presidente da Província Antônio Rodrigues Fernandes Braga, nome que, se inicialmente agradou aos liberais, aos poucos se mostrou pouco digno de confiança. No dia em que tomou posse, Fernandes Braga fez uma séria acusação de separatismo contra os estancieiros rio-grandenses, chegando a citar nomes, o que praticamente liquidou as chances de conviver em paz com os seus governados.

As hostilidades iniciaram-se na capital Porto Alegre, em 20 de setembro de 1835, e com a prisão do governador e membros do Partido Conservador. Quase toda a Província, com exceção da cidade do Rio Grande foi controlada pelos revoltosos por um breve período de tempo.

Em 1836, os revoltosos foram surpreendidos pela insurgência de uma reação conservadora em Porto Alegre, comandada pelo General Manuel Marques de Sousa, que retomou a cidade. No mesmo ano, no combate da Ilha do Fanfa, no Rio Jacuí, Bento Gonçalves, que liderava a revolta foi feito prisioneiro pelas forças imperiais e levado à prisão no Rio de Janeiro.

Sem o controle da capital e do único porto marítimo da província, os revoltosos estabeleceram quartel-general na cidade de Piratini. Após a vitória militar do Seival, em 11 de setembro de 1836, o General Antônio de Sousa Neto proclamou a República Rio-Grandense. Foi estabelecida a capital na pequena cidade de Piratini, donde surgiu umas nova alcunha depreciativa pelos opositores monárquicos, República de Piratini.

"Éramos o braço direito e também a parte mais vulnerável do Império. Agressor ou agredido, o governo nos fazia sempre marchar à sua frente: disparávamos o primeiro tiro de canhão e éramos os últimos a recebê-lo. Longe do perigo dormiam em profunda paz as outras Províncias, enquanto nossas mulheres, nossos filhos e nossos bens, presa do inimigo, ou nos eram arrebatados ou mortos, e muitas vezes trucidados cruelmente. Sobre povo algum da terra carregou mais duro e mais pesado o tempestuoso aboletamento; transformou-se o Rio Grande numa estalagem do Império", proclamaram Bento Gonçalves da Silva e Domingos José de Almeida em 29 de agosto de 1838, na cidade de Piratini.

Foi adotada uma constituição republicana conclamando as demais províncias brasileiras a unirem-se como entes federados no sistema republicano, um hino nacional e bandeira própria do novo estado, até hoje cultivados pelo Estado do Rio Grande do Sul. Bento Gonçalves da Silva, eleito Presidente da República pela Assembléia Nacional Republicana, evadiu-se da prisão em Salvador na Bahia e com ajuda dos liberais bahianos, que realizavam a Sabinada, e financiado por Irineu Evangelista de Sousa, o maior empresário do Império, retornou para liderar a República.

A república Riograndense tinha escasso apoio nas áreas colonizadas pela recente imigração alemã. Estes imigrantes haviam se fixado na desativada Real Feitoria do Linho Cânhamo em colônias cedidas pelo Império, no Vale do Rio dos Sinos, e esboçava uma indústria manufatureira. Em Porto Alegre, apesar da simpatia de parte das camadas médias, da qual proveio Pedro Boticário, um ideólogo do abolicionismo, não recebia o apoio popular, que mobilizava outras cidades da Província de São Pedro do Rio Grande. Inicialmente sua base social era originária de liberais, militares, industriais do charque e, especialmente de estancieiros com capacidade de liderar exércitos particulares de "peões", vaqueiros que lhes prestavam serviços ou deles dependiam para subsistência e defesa e cuja obediência e fidelidade era garantida por traços feudais da cultura local; e por escravos, que no meio rural eram incluídos no convívio social dos peões. Como haviam interfaces com o Uruguai, também eram contratados elementos de lá provenientes. Os exímios cavaleiros forjados nas lides campeiras, chamados "gaúchos" formavam corpos de cavalaria de choque aptos a travar uma guerra de guerrilha. Esses exércitos dispunham de alta mobilidade e conhecimento do terreno, mas sem dispor de infantaria nem adequada artilharia, os Farroupilhas tinham fraca capacidade bélica contra as cidades fortificadas do Rio Grande e Porto Alegre, e pouca capacidade de defesa das praças que controlavam.

A Marinha Imperial Brasileira controlava os principais meios de comunicação da Província, a Lagoa dos Patos, entre Porto Alegre, Pelotas e Rio Grande e a maior parte dos rios navegáveis. O fator estratégico de maior efeito a favor do Império era o bloqueio da Barra da Lagoa dos Patos, único acesso ao porto de Rio Grande, por onde desembarcavam continuamente os reforços imperiais. O insucesso, apesar de enorme esforço para tomada dessas praças, em controlá-las como um dos movimentos militares iniciais, deu pretexto a lideranças de objetivos menos firmes, como Bento Manuel, tido como fiel da balança do confronto, para abandonar os revolucionários. A República, na segunda parte do confronto procurava manter a supremacia conquistada na região geográfica da serra do sudeste do Rio Grande do Sul, de relevo irregular e com um rio apenas que comunicava com a Lagoa dos Patos, o Camaquã.

A sustentação econômica da República era propiciada pelo apoio da vizinha República Oriental do Uruguai, que permitia o comércio do charque produzido pelos rio-grandenses para o próprio Brasil. A exportação era feita por terra até o Porto de Montevidéu, ou pelo Rio Uruguai.

A paz

A paz só veio em 1840, quando o governo da regência resolveu negociar com os farrapos. Em 1842, foi finalmente promulgada a Constituição da República, o que deu um ânimo momentâneo à luta. Nesse mesmo ano, entretanto, foi nomeado para presidente do Rio Grande do Sul o experimentado general Luís Alves de Lima e Silva, então Barão de Caxias. Este iniciou uma campanha de estrangulamento da economia da República, atacando as cidades da fronteira que permitiam o escoamento da produção de charque para Montevidéu. Luís Alves de Lima e Silva recebeu instruções do Império, que temia o avanço de Rosas sobre o território litigante, para propor condições honrosas aos revoltosos, como: a anistia dos oficiais e homens, sua incorporação ao Exército Imperial nos mesmos postos, e a escolha do Presidente da Província pela Assembléia Provincial, taxações sobre o charque importado do Prata. Entretanto, uma questão permanecia insolúvel, a dos escravos libertos pela República para servir no exército republicano. Para o Império Brasileiro, era inaceitável reconhecer a liberdade de escravos dada por uma sedição, embora anistiasse os líderes da mesma revolta.

Responsável pela continuidade da revolta pelos elementos mais radicais, o impasse foi resolvido após as duas últimas derrotas militares dos farroupilhas, o massacre dos Porongos, quando a maior parte de um dos corpos militares dos Lanceiros Negros foi aniquilado em uma posição de difícil defesa. Dos escravos sobreviventes, alguns acompanharam o exército do General António Neto em seu exílio no Uruguai, outros foram incorporados ao Exército Imperial e muitos foram vendidos novamente como escravos no Rio de Janeiro. A paz veio, com o Tratado ou Convênio de Ponche Verde, assinado entre David Canabarro e o Duque de Caxias.

A atuação de Luís Alves de Lima e Silva foi tão nobre e correta para com os oponentes que a Província, novamente unificada, o indicou para senador. O Império, reconhecido, outorgou ao general o título nobiliárquico de Conde de Caxias (1845). Mais tarde, (1850), com a iminência da Guerra contra Rosas seria indicado presidente da Província de São Pedro do Rio Grande.


Fonte http://pt.wikipedia.org/wiki/Guerra_dos_Farrapos

20 DE SETEMBRO

LETRAS E AUTORES
O Hino Rio-Grandense que hoje cantamos tem a sua história particular e, porque não dizer, peculiar. Porque muitas controvérsias apresentou, desde seus tempos de criação até os tempos de então. Oficialmente existe o registro de três letras para o hino, desde os tempos do Decênio Heróico até aos nossos dias. Num espaço de tempo de quase um século foram utilizadas três letras diferentes até que finalmente foi resolvido, por uma comissão abalizada, que somente um deles deveria figurar como hino oficial.

O PRIMEIRO HINO
A história real do Hino, começa com a tomada da então Vila de Rio Pardo, pelas forças revolucionárias farroupilhas. Ocasião em que foram aprisionados uma unidade do Exército Imperial, o 2° Batalhão, inclusive com a sua banda de música. E o mestre desta banda musical, Joaquim José de Mendanha, mineiro de nascimento que também foi feito prisioneiro era um músico muito famoso e considerado um grande compositor. Após a sua prisão ele, Mendanha, teria sido convencido a compor uma peça musical que homenageasse a vitória das forças farroupilhas, ou seja a brilhante vitória de 30 de abril de 1838, no célebre “Combate de Rio Pardo”.
Mendanha, diante das circunstâncias, resolveu compor uma música que, segundo alguns autores, era um plágio de uma valsa de Strauss. A melodia composta por Mendanha era apenas musicada. E o capitão Serafim José de Alencastre, pertencente as hostes farrapas e que também era versado em música e poesia, entusiasmado pelos acontecimentos, resolveu escrever uma letra alusiva à tomada de Rio Pardo.

O SEGUNDO HINO
Quase um ano após a tomada de Rio Pardo, foi composta uma nova letra e que foi cantada como Hino Nacional, o autor deste hino é desconhecido, oficialmente ele é dado como criação de autor ignorado. O jornal “O Povo”, considerado o jornal da República Riograndense em sua edição de 4 de maio de 1839 chamou-o de “o Hino da Nação”.
O TERCEIRO HINO
Após o término do movimento apareceu uma terceira letra, desta vez com autor conhecido: Francisco Pinto da Fontoura, vulgo “o Chiquinho da Vovó”. Esta terceira versão foi a que mais caiu no agrado da alma popular. Um fato que contribui para isto foi que o autor, depois de pronto este terceiro hino, continuou ensinando aos seus contemporâneos o hino com sua letra. A letra deste autor é basicamente a mesma adotada como sendo a oficial até hoje, mas a segunda estrofe, que foi suprimida posteriormente, era a seguinte:

Entre nós reviva Atenas
Para assombro dos tiranos;
Sejamos gregos na Glória,
E na virtude, romanos.

O HINO DEFINITIVO
Estas três letras foram interpretadas ao gosto de cada um até meados do ano de 1933, ano em que estavam no auge os preparativos para a “Semana do Centenário da Revolução Farroupilha”. Nesse momento um grupo de intelectuais resolveu escolher uma das versões para ser a letra oficial do hino do Rio Grande do Sul.
A partir daí, o Instituto Histórico contando com a colaboração da Sociedade Rio-Grandense de Educação, fez a harmonização e a oficialização do hino. O Hino foi então adotado naquele ano de 1934, com a letra total conforme fora escrito pelo autor, no século passado, caindo em desuso os outros poemas.
No ano de 1966, o Hino foi oficializado como Hino Farroupilha ou Hino Rio-Grandense, por força da lei 5213 de 05 de janeiro de 1966, quando foi suprimida a segunda estrofe.

topo
HINO RIO-GRANDENSE
LETRA
Francisco Pinto da Fontoura
(vulgo Chiquinho da Vovó)

MÚSICA
Comendador Maestro Joaquim José de Mendanha

HARMONIZAÇÃO
Antônio Corte Real


Como a aurora precursora
do farol da divindade,
foi o Vinte de Setembro
o precursor da liberdade.

Estribilho:
Mostremos valor, constância,
Nesta ímpia e injusta guerra,
Sirvam nossas façanhas
De modelo a toda terra,
De modelo a toda terra.
Sirvam nossas façanhas
De modelo a toda terra.


Mas não basta pra ser livre
ser forte, aguerrido e bravo,
povo que não tem virtude
acaba por ser escravo.

Estribilho:
Mostremos valor, constância,
Nesta ímpia e injusta guerra,
Sirvam nossas façanhas
De modelo a toda terra,
De modelo a toda terra.
Sirvam nossas façanhas
De modelo a toda terra.

Fonte http://www.mtg.org.br/hino.html

domingo, 16 de setembro de 2007

Grêmio é superior, vence por 1 a 0 e deixa Inter para trás na tabela


O Grêmio se deu melhor no Gre-Nal disputado neste domingo, no Estádio Olímpico, pelo segundo turno do Brasileirão. Com um gol do jovem zagueiro Léo, de cabeça, o time de Mano Menezes venceu o clássico 369 por 1 a 0. Esta foi a segunda vitória gremista em dois jogos entre os rivais em 2007.
Com os três pontos conquistados no Gre-Nal, o Grêmio chegou aos 41 pontos e ficou bem próximo dos times que estão na zona de classificação à próxima Copa Libertadores da América. O Colorado permanece com 35 pontos e cada vez mais longe da Libertadores de 2008.
O Gre-Nal começou empolgante no Estádio Olímpico. Mano Menezes fez mistério até o último minuto e escalou Jonas ao lado de Tuta no ataque.
Grande vitória gremista!
Tricolor rumo à vaga na Libertadores!
DEU TRICOLOR, MAIS UMA VEZ!

sábado, 15 de setembro de 2007

Que situação!!!

Só para relaxar! Um cara está na fila do caixa no supermercado quando uma loura escultural lhe faz sinais com a mão e lhe lança um sorriso daqueles.
Ele deixa por momentos o carrinho das compras na fila, dirige-se à louraça e diz-lhe suavemente:
- Desculpe, será que não nos conhecemos?
Ela responde, sempre com aquele sorriso:
- Pode ser que eu esteja enganada, mas acho que o senhor é o pai de uma das minhas crianças ...
O tipo põe-se imediatamente a vasculhar na memória e pensa na única vez em que foi infiel à esposa, perguntando baixinho para a louraça:
- Não me diga que você é aquela stripper que eu comi sobre uma mesa de bilhar, naquela suruba com os meus amigos, completamente bêbado, enquanto uma das suas amigas me flagelava com uns nabos molhados e me enfiou um pepino no traseiro?
- Bem, não...
- responde ela, toda envergonhada
- Eu sou a nova professora do seu filho!!!

Fornecido por Maria Isaura Pereira da Silva.

Briga de casal!‏

O marido e a mulher não se falavam há uns três dias...
Entretanto, o homem se lembrou que no dia seguinte teria uma reunião muito cedo no escritório.

Como precisava levantar cedo, resolveu pedir à mulher para acordá-lo. Mas para não dar o braço a torcer, escreveu num papel:
- "Me acorde às 6 horas da manhã".
No outro dia, ele levantou e quando olhou no relógio eram 9h30. O homem teve um ataque e pensou:
-"Que meeeerdaaa! Mas que absurdo! Que falta de consideração, ela não me acordou..." Nisto, olhou para a mesa de cabeceira e reparou num papel no qual estava escrito:
- "...São seis horas, levanta!!!"

Moral da História:

"Não fique sem falar com as mulheres, elas ganham sempre, estão certas sempre e são simplesmente geniais na vingança!!!!!!"

"O casamento é a relação entre duas pessoas, onde uma está sempre certa e a outra é o marido".

Fornecido por Ana Cristina de Almeida.

Amigossss....

Você, que esta cansado de todos aqueles e-mails melosos, com poemas chatos sobre amizade que quase sempre são mentira, nunca realmente chegam perto da realidade.
Aqui esta um poema sobre amigos que realmente expressa a amizade verdadeira.

AMIGO...

Quando você estiver triste...
Eu vou te ajudar a planejar uma vingança contra o
filho da puta que te deixou assim.

Quando você me olhar com desespero...
Eu vou enfiar o dedo na sua goela e te fazer por
pra fora o que estiver te engasgando.

Quando você sorrir...
Eu vou saber que você deu uns pega em alguém ou em alguma coisa.

Quando você estiver confuso....
Eu vou explicar pra você com palavras bem simples
porque eu sei o quanto você é burro.

Quando você estiver doente...
Fique bem longe de mim até se curar. Eu não quero
pegar o que quer que você tenha.

Quando você cair...
Eu vou apontar pra você e me mijar de rir.

Você me pergunta, "Por quê?"
Porque você é meu amigo cara!!!

Agora mande este poema aos seus amigos mais
próximos e espere pra ficar em depressão quando
perceber que você só tem dois amigos, e você ainda
está,esteve ou vai se ferrar com um deles.

Observação final:

"Um amigo de verdade não é aquele que separa uma briga sua e sim aquele que chega dando uma voadora."
"Se dirigir, não beba; se for beber, me chame!"

são 104 de Glória...




Aniversário tricolor

- Origem

O Grêmio Football Porto Alegrense nasceu de uma bola de futebol, como deveria acontecer com um clube predestinado às maiores glórias. A trajetória vitoriosa começou no início do século XX com o paulista Cândido Dias da Silva, trabalhando há algum tempo em Porto Alegre, e sua bola de futebol.

Nessa época, apareceu na capital gaúcha a equipe de futebol do Sport Clube Rio Grande, com um time montado com jogadores ingleses e alemães. No dia 7 de setembro de 1903, eles foram convidados a fazer uma partida de exibição em um campo de várzea, na Capital. No dia marcado, o local foi tomado por curiosos, entre eles Cândido, com sua bola baixo do braço e atenção redobrada.

Em dado momento, a bola usada pelos ingleses esvaziou, para desapontamento de toda a torcida. Cândido mais do que depressa emprestou a sua, garantindo o final da demonstração. Em troca, ao final da partida, obteve dos jogadores as primeiras lições sobre futebol e, principalmente, as instruções sobre como agir para fundar um clube.

Foi assim que, a 15 de setembro de 1903, trinta e dois rapazes se reuniram no Salão Grau, restaurante de um hotel da rua 15 de Novembro (atual rua José Montaury) - onde estão agora os fundos da Galeria Chaves - e deram início à história de um clube vencedor, disposto a superar todos os desafios. Carlos Luiz Böhrer foi eleito o primeiro Presidente, sem jamais imaginar a projeção mundial que o recém-nascido clube um dia alcançaria.

- Primeiros Anos

Nos primeiros anos o clube procurou alicerçar suas bases, primeiramente através da aquisição da Baixada dos Moinhos de Vento, em 1904, um local próprio para jogos e treinos. Depois, com a incrementação esportiva com o Fuss Ball Club Porto Alegre, também fundado em 15 de setembro de 1903, em disputa da antiga Taça Wanderpress, valendo oficiosamente o título da cidade.

Em 1910, o Grêmio ajudou a idealizar e criar a 1ª Liga de Clubes de Porto Alegre, para a realização dos campeonatos metropolitanos. Foi nesta década que o clube começou a jogar contra equipes de outros estados e países, com destaque para a vitória sobre a Seleção Uruguaia por 2 x 1, em 17 de junho de 1916, e a iniciativa na criação da F.R.G.D. (hoje F.G.F.) em 1918, que viria a instaurar o 1º Estadual em 1919.

Nos anos 20, além dos títulos metropolitanos, o Grêmio venceu os Estaduais em 1921/22 e 26, e na década de 30 passou a ser mais conhecido ao derrotar uma série de campeões regionais e nacionais, como Atlético-PR (campeão paranaense), Santos (campeão paulista), Botafogo (campeão carioca), Wanderers (campeão uruguaio e do Rio da Prata) e Independiente, (bicampeão argentino e do Rio da Prata). Estas vitórias, associadas aos títulos estaduais e metropolitanos, especialmente o título Farroupilha de 1935, criaram uma mística em volta do clube da Baixada que passou a receber o apelido de “derrubador de campeões”.

- Um Time Campeão

Contudo, foi em 1949, em meio ao processo de internacionalização do futebol do pós-guerra, que o Grêmio entrou para a história do futebol internacional. Primeiro, ao bater o poderoso Nacional de Montevidéu, em pleno estádio Centenário, por 3 x 1, durante os festejos dos 50 anos da equipe uruguaia. E depois em uma vitoriosa excursão invicta à América Central.

Estes acontecimentos aceleraram as mudanças internas no clube, que necessitava de um estádio maior para acomodar seus torcedores e para recepcionar grandes times do país e do exterior. Em 1954, foi inaugurado o estádio Olímpico, iniciando um período áureo de conquista de 12 campeonatos em 13 disputados: o pentacampeonato estadual de 1956 a 60 e o heptacampeonato gaúcho de 1962 a 68. Participou, ainda, da Taça Brasil (antigo Campeonato Brasileiro) em quase todos estes anos, bem como do Robertão em 1967, que serviu de modelo para o atual Campeonato Brasileiro instituido em 1971. Foi também campeão Sul Brasileiro invicto de 1962, campeão da Taça "Rio de la Plata" de 1968, além das grandes excursões à Europa de 1961 e 62, que o tornaram mundialmente conhecido.

Nos anos 70, o Grêmio virou uma grande Sociedade, promoveu dois congressos de clubes tricolores da América do Sul em 1971, reeditou e conquistou, no mesmo ano, a antiga Taça do Atlântico de Clubes e reconquistou a hegemonia regional em 1977, 79 e 80.

Depois da reinauguração do Olímpico em 1980, o Tricolor foi Campeão Brasileiro em 1981, Vice-Nacional em 1982, Campeão da América e do Mundo e Campeão da Copa Los Angeles em 1983, Hexacampeão Gaúcho de 1985/90, Campeão da 1ª Copa do Brasil em 1989 e Supercampeão Brasileiro em 1990.

De 1991 para cá, o clube, apesar da passar por alguns momentos dificeis no início desta década, retomou o caminho das vitórias, conquistando uma série de títulos: os Gauchões de 1993, 1995, 1996, 1999 e 2001; a Copa do Brasil em 1994, 1997 e 2001; a Copa Sul-Brasileira de 1999; e, principalmente, o Bicampeonato da Libertadores da América e Copa Sanwa em 1995, a Recopa Sul-Americana e o Bicampeonato Brasileiro em 1996. Afora estas conquistas, o Grêmio ganhou vários torneios internacionais em excursões pelo mundo.

No futebol amador, o clube conquistou em 1974 o primeiro Campeonato Brasileiro Infantil, disputado em São Paulo, e em 1996 foi campeão do Internacional Youth Soccer, em Shizuoca no Japão. Em 2004, foi campeão da Copa Brasil Sub-17, em Macaé-RJ e, em 2005, os juniores conquistaram o título de campeões invictos da 1ª Copa da Amizade em Okayama, no Japão, alêm de outras conquistas importantes.

- Outros Esportes

Todavia, o esporte bretão não foi nem é a única atividade esportiva do clube. Apesar do futebol figurar como a principal prática desportiva, o Grêmio também se destacou em esportes ditos amadores, como o tênis, praticado desde 1912 e introduzido efetivamente em 1916, com seu período áureo em 1926, quando se tornou campeão da Cidade e do Estado.

No basquete o Tricolor também brilhou, vencendo os campeonatos da Cidade e do Estado de 1934, 55 e 56. No vôlei, o Grêmio foi vitorioso em vários anos, destacando-se as seqüências de títulos em 1929 a 35 e de 1954 a 60 (Heptacampeão nas duas ocasiões). No ciclismo, foi uma força nos anos 50 e, no futebol de salão, viveu seu grande momento no início dos anos 70, mesma época em que o remo do clube arrecadava grandes vitórias. O judô se destacou nos anos 70 e continua forte até os dias de hoje.

No entanto, foi com o atletismo que o Grêmio atingiu sua maior magnitude, com a conquista do bicampeonato do Troféu Brasil em 1958/59 e do triscedecacampeonato Gaúcho de 1956 a 68. Merecem ser mencionados, ainda, esportes como o tiro, tênis de mesa, bolão, columbofilia, automobilismo, xadrez, pugilismo, escotismo, pesca, bridge, pólo, futebol feminino, entre outros.

- O Clube

As cores do Grêmio são azul, preto e branco e desde 1946 o clube tem como mascote a figura de um Mosqueteiro. Seu primeiro campo, a Baixada dos Moinhos de Vento, inaugurado em 1904, localizava-se em uma área nobre de Porto Alegre e abrigou o time até 1953. Em 19 de setembro de 1954 foi inaugurado o Estádio Olímpico, na época o maior estádio privado do país. Em 1980, com a finalização da construção do anel superior, o estádio passou a chamar-se Olímpico Monumental.

Hoje, ele ocupa 83 mil metros quadrados, com capacidade para 55 mil espectadores comodamente sentados, já tendo comportado 98 mil pessoas em uma época em que ainda não se observavam as atuais normas de segurança e antes da colocação de cadeiras em todo o anel superior. Ainda completam o complexo do estádio 45 camarotes de luxo, 26 cabinas de imprensa, estacionamento interno, piscinas, gramado suplementar, centro administrativo, quadro social, Memorial, e lojas Grêmiomania.

Além disso, a geografia patrimonial do Grêmio inclui uma sede em Eldorado do Sul, a poucos minutos de Porto Alegre e futuro Centro de Treinamento do clube, já com vários campos de futebol; uma sede recreativa para sócios na Ilha Grande dos Marinheiros; o departamento de Remo; e o Parque Cristal com 70 mil metros quadrados, onde funciona a Escolinha de Futebol, hoje com mais de 2000 alunos inscritos.

Fonte www.gremio.net

domingo, 2 de setembro de 2007

Estado de Espírito

"Contradizer-se: que luxo!"
(Jean Cocteau)

Vamos deixar a hipocrisia de lado. Quando você está solteira, você deseja um namorado bacanérrimo, inveja todos os casais que vê pela frente, fica com um monte de caras cheirosos, deliciosos e canalhas (na sua opinião), sai pra lá e pra cá com suas amigas malucas que obviamente te divertem e acaba (depois de quatro doses a mais) com um discurso manjado de como está difícil achar alguém legal pra dividir a vida, dividir os medos, o café da manhã, as contas e o tédio de domingo. E o blábláblá não acaba.
Nós somos poderosas, evoluídas, revolucionárias, os pobres-coitados são sempre culpados. E vamos descer a lenha: tem que ser muito homem pra ficar com uma mulher como você, independente, linda, engraçada, com texto forte, personalidade e corpão. Mentira minha? Tire a culpa da sua bolsa, jogue em cima do rapaz, cara paleozóico, que só quer uma figura dócil para afirmar sua masculinidade, fazer bonito na frente dos outros e poder dispensar as outras lindas e interessantes que aparecerem (logicamente, depois de beijar e iludir cada uma) com a frase mais usada no mundo: "sabe o que é? Eu tenho namorada!"
"Hã?", você pergunta incrédula. O canalha tem namorada. E você chora pelo babaca, diz que os homens são todos iguais, nunca mais vai se apaixonar de novo (mesmo que tenha um Santo Antônio escondido em casa), se embola com namoros virtuais e não entende porque só atrai gente problemática.
Você se reconheceu em alguma palavra até aqui? Sinto dizer, é a vida.
Mas como o mundo dá voltas e um dia é da caça e o outro (oba!!) do caçador, uma certa hora todo esse material maravilhoso que você é se depara com uma pessoa incrível que te faz acreditar que amor não é marketing, nem invenção
de Shakespeare. E você se sente abençoada, agradece aos céus por achar um cara tão sensível e vocês vivem felizes para sempre. Felizes e apaixonados até constatarem o óbvio: ninguém é perfeito. Aí meu bem, começa um outro discurso. Nem melhor nem pior, mas diferente. É reclamação que não acaba, a velha saudade da vida de solteira que bate, aquele defeito charmoso dele agora faz você ficar louca. Louca, não. Louquíssima. E você sente falta de acordar sozinha, sente falta do seu espaço, sente falta das suas amigas e das noites divertidas e vazias que vocês passavam (lógico que não eram
vazias, vocês tinham umas às outras!), sente falta de não ter que ligar e dar explicação de onde você estava e o pior: começa a achar graça naquele cara que você nunca achou a menor graça.
Mentira minha?
Pois é. Solteiros, casados, juntados, a questão não é o estado civil, mas a sensação que volta-e-meia volta: nunca estamos satisfeitos. A vida é feita de escolhas e em cada escolha há uma perda. E perder dói. Se você se sente plenamente realizado todos os dias com alguém que você convive há muito tempo (namoros à distância e paixões tumultuadas não estão em questão), parabéns, eu não conheço ninguém igual a você.
Porque não é fácil ficar sozinho, não é fácil viver com alguém, mesmo que seja o grande amor da sua vida. Conviver é uma arte complicada. Haja tolerância, paciência e jogo de cintura para agüentar nossos defeitos e os do outro. Viver sozinho também não é mole. Haja sabedoria para estar só e se sentir sempre em paz. Mas como nada nunca é perfeito, penso que a única saída é aproveitar cada momento (independente do estado civil que você se encontre) e aceitar a realidade como um presente. Porque perfeito mesmo só a imperfeição. Que faz ter sentido até o que não se explica.

Fornecido por Ana Cristina de Almeida.

PROFESSORA GAÚCHA

QUE TAL ESSA PROFESSORA GAÚCHA?* ESSA É BAGUALLLL.....hehehe

Parabéns à professora pela sua presença de espírito. Aconteceu na
PUC-RS (Fato Verídico).

Uma professora universitária estava acabando de dar as últimas orientações para os alunos acerca da prova final que ocorreria no dia seguinte.
Finalizou alertando que não haveria desculpas para a falta de nenhum aluno, com exceção de um grave ferimento, doença ou a morte de algum parente próximo.

Um engraçadinho que sentava no fundo da classe, perguntou com aquele velho ar de cinismo:
- Dentre esses motivos justificados, podemos incluir o de extremo cansaço por atividade sexual???
A classe explodiu em gargalhadas, com a professora aguardando pacientemente que o silêncio fosse restabelecido.

Tão logo isso ocorreu, ela olhou para o palhaço e respondeu:
- Isto não é um motivo justificado. Como a prova será em forma de múltipla escolha, você pode vir para a classe e escrever com a outra mão... ou, se não puder sentar-se, pode respondê-la em pé".

Fornecido por Aline Rech Svierszcz.

CRISE FINANCEIRA!

O casal estava atravessando uma crise financeira braba.
O marido falou para a mulher:
- Querida, não tem jeito. A única maneira da gente sair do sufoco é você >fazer programa.
E a mulher:
- Mas querido, eu nem sei como se faz isso!
- Não tem problema eu te ensino - disse o marido.
- Vamos fazer o seguinte:
Você fica à noite, numa esquina e eu me escondo atrás de um arbusto.
Qualquer dúvida você me pergunta, tá legal?
À noite, foram pra uma esquina, o marido ficou escondido atrás do poste e ela ficou esperando algum cliente.
Passou uns dez minutos e apareceu um cara num automóvel e perguntou pra mulher:
- Você faz programa?
A mulher, meio sem jeito foi até o arbusto perguntou, em voz baixa pro marido:
- Benhêêêê, eu faço programa?
E o marido:
- Diz pra ele que você faz programa!
Voltou pro carro e falou:
- Sim, eu faço programa.
O cara pergunta pra mulher:
- E quanto você cobra?
A mulher voltou novamente para o arbusto e falou pro marido:
- Benhêêêê, quanto eu cobro?
E o marido:
- Diga pra ele que 100 reais.
Foi até o carro e falou: 100 reais.
- 100 reais?... Puta merda!...eu só tenho 70.
A mulher voltou pro arbusto e disse pro marido:
- Benhêêêê, ele só tem 70.
E o marido:
- Diga pra ele que, por 70, só uma pegadinha.
E a mulher falou:
- Olha! Por 70 só uma pegadinha!!
- Tudo bem! Entre no carro!
Quando a mulher entrou no carro ele desabotoou a calça e botou aquilo tudo pra fora, a mulher falou-lhe:
- Espere um pouco, eu já volto.
Saiu do automóvel e foi até o arbusto onde estava o marido e perguntou:
- Benzinho, você não tem 30 reais pra emprestar pro rapaz??????

Fornecido por Ana Cristina de Almeida.