Mais grosso...
- que nem toco de açougue.
- que dedo destroncado.
- que parafuso de patrola.
- que papel de enrolar prego.
- que mandioca de dois anos.
- que rolha de poço.
Mais grudado...
- que bosta em tamanco de leiteiro.
Mais informado...
- que gerente de funerária.
Alma inquieta ...
- como galho de sarandi tocado pelo vento.
Mais intrometido...
- que piolho na costura.
Judiado...
- como filhote de passarinho em mão de piá.
De alma leve...
- como um passarinho.
Mais ligeiro...
- que enterro de bexiguento.
Liso
- como sovaco de santo.
Louco...
- como galinha agarrada pelo rabo.
Mais magro...
- que guri com solitária.
Maldoso...
- como petiço de guri.
- que rato de igreja.
- que sorro de grota.
Mais medroso...
- que velha em canoa.
- que cascudo atravessando galinheiro.
Mais metido...
- que merda em chinelo de dedo.
- que dedo em nariz de piá.
Nervoso...
- como potro com mosca no ouvido.
- como gato em dia de faxina.
Mais nojento...
- que mocotó de ontem.
Parado
- que nem água de poço.
Mais perdido...
- que peido em bombacha.
- que cusco em procissão.
- que cego em tiroteio.
Perfumado...
- como mão de barbeiro.
Pior...
- que jacaré sem lagoa.
- que cusco que caiu do caminhão da mudança.
Quente...
- como frigideira sem cabo.
Rebola mais...
- que minhoca nas cinzas.
Sabido...
- como sorro velho.
Seca...
- como tiro de 12 cano-serrado.
Sério...
- que em defunto.
- que guri cagado.
- como guri que examina galinha para ver se tem ovo.
Sincero...
- como vaca pro touro.
Sofrendo...
- como joelho de freira na Semana Santa.
Solita...
- como galinha em gaiola de engorde.
Mais sujo que...
- pau de galinheiro.
Tranqüilo...
- que nem cozinheiro de hospício.
- como água de poço.
- como capincho em taipa de açude.
Mais vagaroso...
- que tropeiro de lesma.
Mais virado...
- que bolacha em boca de velha.
Mais à vontade...
- que bugio em mato de boa fruta.
Vivo...
- como cavalo de contrabandista.
Mais velho...
- que andar de pé.
Fornecidos por Aline Rech.
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